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Educação: Fenprof acusa ministério de irresponsabilidade por obrigar escolas a avaliar com plataforma informática 'imprecisa'
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Educação: Fenprof acusa ministério de irresponsabilidade por obrigar escolas a avaliar com plataforma informática 'imprecisa'

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Ensino

2010-06-07 às 20h56

Lusa Lusa

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) acusou hoje o Ministério da Educação de 'irresponsabilidade' por alegadamente obrigar as escolas a avaliarem os professores com uma plataforma informática que dá resultados 'imprecisos'.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) acusou hoje o Ministério da Educação de 'irresponsabilidade' por alegadamente obrigar as escolas a avaliarem os professores com uma plataforma informática que dá resultados 'imprecisos'.

Segundo um comunicado da Fenprof, as escolas receberam 'durante a noite de domingo, dia 06', um despacho que as obriga a avaliar os professores recorrendo à 'plataforma informática' que não usaram no ano passado, por se tratar de um instrumento 'impreciso' que 'arredondava as classificações'.

Apesar de recomendações da Assembleia da República, da Provedoria de Justiça e do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, que decidiu a suspensão da avaliação em concursos de professores, depois de uma providência cautelar interposta pela Fenprof, o ministério 'dá um dia às escolas para agravarem erro na avaliação', considera a Fenprof.

'Esta atitude obstinada do Ministério da Educação (ME) é irresponsável e, neste caso concreto, só serve para dar ainda mais trabalho às escolas num momento em que estas se encontram exacerbadas de trabalho com o encerramento do ano letivo', considera a federação, que acusa o ME de 'mesquinhez', ao 'arrastar um problema apenas para não dar o braço a torcer'.

A Fenprof refere a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, que lhe foi favorável, mas o Ministério da Educação já informou que lhe foi reconhecida “a plena razão” nos processos de avaliação do desempenho como parte do concurso de professores em sentenças do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra e do Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal.

Os sindicatos de professores interpuseram providências cautelares e intimações em vários tribunais administrativos para impedir que a avaliação constasse do concurso para o ano letivo de 2010-2011, por considerarem que iria criar situações de injustiça.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

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