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Eixo Atlântico permite “juntar e somar vontades diferentes”
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Eixo Atlântico permite “juntar e somar vontades diferentes”

Braga

2021-04-20 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

VI Capital da Cultura do Eixo Atlântico arrancou ontem no Altice Forum Braga. Cerimónia contou com uma arruada do grupo Bomboémia e um concerto com o 'Canto D`Aqui e Oscar Ibáñez & Tribo’.

Em tempos difíceis e complicados como os que vivemos é a articulação de organizações e instituições que “permite ter espe- rança”. Aqui o Eixo Atlântico permite “somar e juntar vontades diferentes”, enalteceu o conselheiro de Cultura, Educacion e Ordenacion Universitaria da Xunta de Galicia. Román Rodriguez, que participava ontem na na cerimónia de abertura de Braga - VI Capital da Cultura do Eixo Atlântico, que decorreu no Altice Forum Braga, garantiu que a Galiza e o Norte de Portugal têm mais em comum e é nisso que se tem de trabalhar. “Ter uma cooperação inteligente. Só com união, cultura e cooperação poderemos ter um futuro”, alertou.
Na cerimónia de abertura, que ficou marcada por uma arruada do grupo Bomboémia e um concerto folk dos Canto d’Aqui e do gaiteiro Óscar Ibañez & Tribo, o conselheiro destacou que “a cultura é um vínculo que une, numa longa e profunda tradição de cooperação e de união entre a Galiza e o Norte de Portugal”.
Esta “união histórica”, referiu ainda o conselheiro, “reforçou-se com o vínculo de comunicação, cultural, social e afectivo que tem sido o Caminho de Santiago, que une as cidades de Braga e Santiago de Compostela. Román Rodriguez foi peremptório: “estar em Braga é como estar na nossa casa. Sentimos que é um povo irmão, querido e que faz parte de nós. As fronteiras políticas e históricas não são nada comparadas com a relação afectiva dos dois povos, capazes de cooperar e juntar sinergias para fazer mais e melhor”.
O secretário-geral do Eixo Atlântico, que também falava ontem na cerimónia de abertura, começou por chamar a atenção para o necessário investimento e mais aposta na investigação no futuro.
“Esta cerimónia é um símbolo do recuperar a normalidade ao nosso modo. E fazemos isto graças à nossa disciplina e sentido colectivo de demonstrar que podemos ultrapassar qualquer problema”, elogiou Xoán Mao, evidenciando aqui as crises que os dois povos viveram no tempo da Troika e agora com a pandemia e que conseguiram ultrapassar.
“O que seria de nós sem cultura?”, questionou, entretanto, o secretário-geral do Eixo Atlântico.
“A cultura está a passar muito mal. Os nossos artistas e produtores, ninguém fala neles”, lamentou Xoán Mao, aplaudindo os autarcas e responsáveis políticos do Eixo Atlântico por estarem a contratar e apostar nos artistas locais.

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