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Ensino superior em Famalicão atrai número crescente de alunos
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Ensino superior em Famalicão atrai número crescente de alunos

“Queremos inverter a situação de imediato”

Ensino superior em Famalicão atrai número crescente de alunos

Vale do Ave

2020-10-29 às 12h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Eem contraciclo com a redução da população jovem, cresce número de alunos a frequentar o ensino superior no concelho de Famalicão. Crescimento deve-se à atractividade do território, aponta autarca.

O número de alunos a frequentar o ensino superior em Vila Nova de Famalicão está a aumentar em contraciclo com a redução da população jovem. A constatação é do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que ontem encerrou na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave da CESPU um ciclo de visitas às instituições de ensino superior presentes no concelho.
“Está a reduzir o número de alunos a frequentar o ensino obrigatório e está a aumentar o número de alunos a frequentar o ensino pós-secundário, nomeadamente o ensino superior,” revelou o edil famalicense que interpreta este crescimento como “um sinal de atractividade do território” e de reconhecimento das instituições de ensino superior.
“É bom não esquecer que a poplaão jovem está a decrescer pelo que este crescimento é de contraciclo. O que seria natural é que houvesse uma descida do número de alunos a frequentar o ensino superior” reforçou Paulo Cunha, dando conta que “depois de uma redução significativa ao longo de alguns anos, há uma inversão da tendência e voltaram e a crescer e caminham no sentido da aproximação a números de há 15 anos”.
Para o presidente da Câmara, a Universidade Lusíada e a Escola Superior de Saúde “são as grandes responsáveis por conseguirem trazer para Famalicão jovens, muitos de fora do concelho e acima de 50 por cento, no caso da CESPU, vêm de outros países”.
O presidente do Instituto Politécnico de Saúde do Norte e director da Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, Almeida Dias, confirmou ontem que este é um ano de crescimento com o número de alunos a cifrar-se acima dos 800 com possibilidade de atingir os 900 quando forem conhecidos os resultados de uma terceira fase de candidaturas.
Almeida Dias reconhece que o corrente ano lectivo tem tanto de interessante como de difícil, admitindo que “a pandemia afecta bastante”. “Um bom ano do ponto de vista de números, um ano muito difícil do ponto de vista da organização” vinca.
O presidente do Instituto Politécnico do Norte justifica que “é muito difícil o planeamento das aulas”, sempre com o objectivo de proteger alunos e docentes, até agora com resultados muito positivos já que não há, por enquanto, nenhum caso de infecção por Covid-19 confirmado.
“O nosso local de trabalho fora da escola são os hospitais, os centros de saúde, as clínicas, onde o risco é maior” sublinha ainda Almeida Dias.

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