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Braga, terça-feira

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“Esperamos que o financiamento comunitário chegue ao destino de forma transparente”
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Braga

2021-10-19 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Ricardo Rio considera que os fundos europeus devem corresponder à qualidade e ambição dos projectos desenvolvidos no território. Presidente da Câmara Municipal de Braga apelou à transparência da gestão do Plano de Recuperação e Resiliência.

O financiamento comunitário -seja através do Plano de Recuperação e Resiliência ou do novo Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - deve corresponder à qualidade e ambição dos projectos desenvolvidos no território. A convicção foi deixada pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, durante a Conferência ‘Fundos Europeus: o Minho e a Galiza’, apelando à transparência de todo o processo.
“Se há algo que podemos sair daqui com a firme convicção, é de que sabemos qual é o caminho que queremos traçar, os objectivos que queremos atingir e de que é absolutamente justo canalizar recursos para concretizar essas ambições. Esperamos que o financiamento comunitário, seja o associado à bazuca ou ao novo quadro comunitário, corresponda à qualidade dos projectos e iniciativas que estão a ser desenvolvidos e que chegue ao destino de uma forma absolutamente transparente”, realçou o autarca, considerando que “o pior erro” que a região poderia cometer seria seguir a lógica “de primeiro identificar quais são as utilidades de financiamento e só depois pensar na sua própria estratégia de desenvolvimento”.
Ricardo Rio lembrou que as instituições do Minho têm sabido assumir uma lógica de colaboração, contribuindo para um desenvolvimento mais integrado e conectado às autoridades públicas e à sociedade civil. “Essa capacidade tem sido determinante para alimentar a capacidade inovadora do território e ajudá-lo a ser o verdadeiro motor de desenvolvimento do nosso país, com a criação de novas empresas, emprego qualificado e o reforço da capacidade exportadora”, referiu, enaltecendo “a relação muito forte com a vizinha Galiza”, que diz ser “extremamente importante e fundamental” para toda e qualquer estratégia de desenvolvimento.
“Tanto a CCDR-N como o Governo Regional da Galiza têm dado um forte impulso a esse espírito de colaboração com a identificação de áreas concretas de trabalho que permitem fortalecer a eurorregião”, frisou.

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