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“Estamos a renascer depois de um ano e meio de pandemia muito difícil”

Braga

2021-09-26 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Festival Infantil é o primeiro grande evento pós-pandemia realizado pelo Circo Flic Flac e Circo Cristal. Megaprodução é a resposta à crise que se instalou no sector fruto da Covid-19. Paulo Torralvo confessa estarem a renascer, como uma Fénix.

Como uma Fénix, que renasce das próprias cinzas. É assim que os artistas circenses se sentem: numa espécie de renascimento, depois de um ano e meio de grandes dificuldades motivadas pela pandemia da Covid-19. Sem apoios, o sector recomeça a erguer-se e o espectáculo Festival Infantil, que une o Circo Flic Flac e o Circo Cristal, é exemplo dessa resiliência.
“Esta é a nossa força e a nossa vontade de viver e renascer de um ano e meio de pandemia que nos deixou mesmo muito mal. Temos artistas que nunca mais voltaram fruto da pandemia, mas nós estamos aqui em Braga para fazer o nosso melhor”, confessou Paulo Torralvo, lembrando como foi duro sobreviver ao terramoto provocado pelos confinamentos.
“Foi muito difícil. Só conseguimos ultrapassar com a vontade de todos nós e entre-ajuda, porque somos uma família, não o sendo em sangue, somos uma grande família. O circo é uma grande família. E estamos a lutar para que tudo funcione”, revelou o produtor do evento, deixando algumas críticas à forma como decorreu o processo para a instalação do espectáculo na cidade bracarense.
“Não foi fácil chegar a Braga, o terreno é particular, a câmara não foi rápida e podemos dizer que não foi cem por cento fantástico. Conheço bem o presidente e esperava que tivesse sido um processo muito mais fantástico, mas vamos perdoar esta parte, porque sabemos que as coisas não foram fáceis e o cansaço deve estar em toda a gente, nomeadamente, na câmara municipal. Pagámos aqui algo que nunca paguei em lado nenhum, o licenciamento foi muito caro. Ficámos um pouco indignados, porque chegámos neste pós-pandemia e temos algumas dúvidas do que podemos fazer”, alertou o responsável, criticando ainda não terem sido autorizados a colocar cartazes na cidade.
Paulo Torralvo enalteceu o apoio “dos nossos patrocinadores e parceiros, que nos ajudam a estar dentro dos espaços, nomeadamente Gomes da Silva Imobiliária, Correio do Minho, Antena Minho, Grupo Sonae e McDonald’s”.
“São os nossos pilares”, frisou o responsável.
“O bilhete aqui em Braga sofreu uma ligeira alteração em termos de valor, porque temos de pagar o licenciamento. Mas quem paga isto tudo é quem nos visita. Não temos subsídios do estado, não temos nada disso. Temos o nosso circo e vivemos dele. E queremos proporcionar um grande espectáculo”.

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