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Eurocidade Cerveira-Tomiño é exemplo tranafronteiriço

Alto Minho

2020-10-24 às 11h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Eurocidade é considerada um exemplo para a Península Ibérica e para a União Europeia, como ficou demonstrado nas jornadas realziadas ontem.

A Eurocidade Cerveira-Tomiño é um exemplo não só para a Península Ibérica como para toda a Europa. Esta é a ideia que fica a quem ontem assistiu às II Jornadas Amizade Cerveira-Tomiño, evento em que foi feito o balanço dos resultados alcançados nos projectos desenvolvidos ao longo dos últimos seis anos, mas em que também foram lançadas linhas para o futuro desta região transfronteiriça.
Fernando Nogueira, presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, e Sandra Gonzales, alcadeza de Tomiño, mostraram sintonia total numa estratégia que esbate as fronteiras e aposta na apresentação de um território unido não só por uma amizade ancestral, mas agora também pela formalização de uma eurocidade.
Foram muitos os projectos desenvolvido no âmbito da Eurocidade, com os dois autarcas a destacarem agora aquele será um dos mais emblemáticos projectos nas zonas transfronteiriças da União Europeia: a construção do Parque da Amizade, cujo projecto em está em elaboração e que compreenderá uma área de 25 hectares.
Ao longo do dia, as jornadas contaram com várias intervenções institucionais de entidades lusas e galegas. Isabel Ferreira, secretária de Estado da Valorização do Interior, por exemplo destacou a importância da Estartégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço aprovada na recente Cimeira Ibérica. “É um marca histórico”, realçou.
Mais tarde, a ministra da Coesão Territorial evocou também o documento assinado pelos dois países. Ana Abrunhosa referiu que “o que os dois países fizeram foi, ao fim de muitos anos de boas experiências de cooperação, assumir pela primeira vez uma estratégia política para o desenvolvimento transfronteiriço”.
A ministra garantiu que “não será por falta de recursos” que os bons projectos transfronteiriços não vão avançar, realçando em particular que a estratégia deverá responder ao incentivo ao repovoamento das zonas de fronteira Para levar pessoas para essas áreas será necessário não só apostar na qualificação das pessoas como criar condições nos territórios que sejam atractivas para promover a sua fixação e a fixação de empresas. A ministra aproveitou ainda para agradecer à Comissão Europeia rapidez e flexibilidade “nunca antes vista” para reprogramar os fundos europeus tendo em vista a resposta à crise sanitária e económica causada pela pandemia.
O agradecimento foi dirigido à comissária Elisa Ferreira que participou num dos painéis através de videoconferência. Esta responsável também realçou que “os bons projectos e as boas ideias” terão financiamento para que se concretizem.
Nota ainda para Fernando Nogueira que, aproveitando a presença da ministra, realçou a importância dos investimentos pre- vistos no PNI para o Alto Minho e para a eurorregião, mas lembrou que existe um caderno reivindicativo mais amplo com projectos importantes para melhorar a vida das populações.

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