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Famalicão: “Europa vai ter de reinventar  a sua organização produtiva”

Vale do Ave

2020-03-28 às 08h00

Redacção Redacção

Primeiro-ministro, António Costa, e o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, visitaram ontem o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), em Famalicão.

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou ontem, em Famalicão, que a Europa vai ter de “reinventar” a sua organização produtiva para assegurar uma cadeia de fornecimento mais curta, mais próxima e mais segura.
Para o chefe do executivo, a “hiper centralização global” da produção de um conjunto de produtos e matérias-primas “é dramática”.

Como exemplo, Costa apontou a chegada, ontem mesmo, a Portugal de quatro milhões de máscaras e centenas de milhares de equipamentos de protecção individual fabricados na China, num voo da Ethiopian Airlines.

“Não é possível estarmos nesta dependência de uma coisa que é produzida na China, é transportada a partir da Ethiopian Airlines para finalmente chegar aqui ao Porto e que é uma reserva que dá para uma semana”, referiu.

António Costa falava durante uma visita ao Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), que está a criar uma espécie de “manual de instruções” para as empresas que agora decidiram dedicar-se ao fabrico de equipamentos de protecção individual, por causa da pandemia da Covid-19.

Na visita, esteve também o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, o qual sublinhou que a indústria têxtil e do vestuário portuguesa “tem capacidade” para responder às necessidades daqueles equipamentos.

“Temos a expectativa de que muito rapidamente as nossas empresas do sector têxtil e vestuário estarão a responder às necessidades do país”, referiu Siza Vieira, sublinhando que o Estado “espera comprar” às empresas nacionais.

O responsável do CITEVE, Braz Costa, admitiu que a produção nacional daqueles equipamentos poderá arrancar já na próxima semana. Uma produção que, defendeu, “tem de ser cada vez mais profissional”, para que os equipamentos de efectiva protecção em vez de constituírem um perigo para a saúde de quem os utiliza.

Além disso, sublinhou que esta pode ser uma nova fileira para as empresas nacionais. “Portugal pode ser o país melhor colocado para o desenvolvimento do conceito de moda de protecção individual”.

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