Correio do Minho

Braga, sexta-feira

- +
FC Famalicão sem mestria nem pujança para sair do colete de forças
Eixo Atlântico pede isenção nas portagens fronteiriças para ajudar o turismo

FC Famalicão sem mestria nem pujança para sair do colete de forças

José Manuel Fernandes reforçou PSD e distrito no contexto nacional

FC Famalicão sem mestria nem pujança para sair do colete de forças

Desporto

2020-03-09 às 06h00

Rui Miguel Graça Rui Miguel Graça

FC Famalicão assumiu o controlo logo à entrada, contudo perdeu gás e acabou num colete de forças aplicado pelo Belenenses. O nulo atrasa os minhotos na corrida europeia.

Entrada a mandar no jogo, a querer assumir o controlo do esférico, mas ilusória, uma vez que após a promessa o conjunto orientado por João Pedro Sousa acabou por cair num colete de forças imposto pelo conjunto azul, ao qual a equipa minhota não teve capacidade para sair. Foi perdendo gás ao longo do encontro, sendo que a melhor oportunidade acabou mesmo por pertencer à formação orientada por Petit, que chegou a introduzir o couro nas redes de Vaná, mas o lance acabou anulado pelo VAR.

O empate acaba por atrasar os famalicenses na corrida europeia, mas acaba por ser um ponto importante para o Belenenses na fuga à despromoção. O conjunto de Petit não sofre golos há três jogos e isso ficou claro neste desafio pela forma como conseguiu reduzir os espaços ao conjunto orientado por João Pedro Sousa.
Aliás, os famalicenses, no seu melhor período, apostaram na velocidade de Diogo Gonçalves e Walterson Silva para tentar chegar ao golo e, num desses momentos, com cruzamento rasteiro para a área contrária, Toni Martínez esteve perto de abrir o activo, mas falhou a baliza.

Na segunda etapa, o Belenenses acordou e começaram a criar desequilíbrios pelas faixas do terreno e, após os avisos de Silvestre Varela e Licá, Mateo Cassierra fez golo, que acabou por ser bem anulado.
Até ao final, entre um ou outro frisson, a verdade é que o resultado não sofreu qualquer tipo de alteração, sendo que o empate ajusta-se e acaba por beneficiar mais os objectivos do Belenenses.
Arbitragem regular.

João Pedro Sousa: “Tínhamos obrigação de fazer mais para ganhar”

O técnico do Futebol Clube Famalicão considerou que a exibição dos seus pupilos ficou aquém daquilo que esperava, justificando que tinham “obrigação de fazer mais para ganhar”. “Foi um jogo competitivo, mas não foi bem jogado. As equipas equilibram-se em todos os parâmetros do jogo e nenhuma conseguiu desequilibrar a outra. A nossa ideia não era essa, passava por manter o nosso jogo para vencer, que era o nosso objectivo”, começou por referir João Pedro Sousa.

Na óptica do técnico encontraram uma equipa “que é difícil de desequilibrar, o que dificulta a forma como gostamos de sair a jogar. Só colocando velocidade conseguimos desequilibrar e o Belenenses não é fácil de desequilibrar.”
Ao longo do jogo o Belenenses foi ajustando e criando maior pressão na segunda fase de pressão. Nós tentámos sair, mas não conseguimos nem pelos corredores laterais nem pelo central. E isso não nos permitiu chegar a zonas de finalização. Depois, a meio da segunda parte faltou-nos alguma energia. A semana foi ligeiramente mais curta, mas tínhamos obrigação de fazer um pouco mais para ganhar o jogo”, destacou ainda, jusficando que a equipa perdeu o fulgor inicial, mas que, independentemente disso, os famalicenses deviam ter feito mais para triunfar.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho