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Braga

2020-02-27 às 08h03

Redacção Redacção

Festival no feminino, que decorre entre 16 e 18 de Abril, contará com a presença das artistas Silvia Pérez Cruz, Ana Tijoux, La Bruja de Texcoco, Silvana Estrada e Maria José Llergo.

O Theatro Circo será o palco da primeira edição do Musa - Festival no?Feminino que abraçará a estreia em solo nacional dos trabalhos da artista mexicana Silvana Estrada e da espanhola Maria José Llergo.
O certame, que decorre entre 16 e 18 de Abril, conta ainda com a participação da catalã Silvia Pérez Cruz, que estreará o seu ‘Proyecto Drama’, espectáculo a solo, e a rapper chilena Ana Tijoux que vem apresentar, após seis anos de hiato, um novo trabalho de originais.

La Bruja de Texoco, vinda também do México, marcará presença pela segunda vez no nosso país para agora mostrar ‘De Brujas Peteneras Y Chachalacas.
O primeiro dia do festival (16, pelas 21.30 horas) estará entregue as suas das vozes mais empolgantes do mundo latino-hispânico, a mexicana Silvana Estrada e a andaluz Maria José Llergo, ambas em estreia no nosso país.
Maria José Llergo é a primeira a subir ao palco. Com apenas 26 anos é já apelidada de uma das vozes mais promissoras do novo flamenco. Traz-nos o EP ‘Sanación’ e vem a Braga para “cantar com o seu terceiro olho” como disse na recente entrevista à Rolling Stone.

Silvana Estrada, uma das jóias ascendentes da música latino-americana, encerra a primeira noite. A compositora continua a aumentar a sua base de fãs por todo o mundo. Actualmente tem mais de 20 milhões de visualizações no YouTube e mais de 375 mil ouvintes mensais no Spotify.
‘Proyecto Drama’ é o novo trabalho que a catalã Silvia Pérez Cruz traz ao segundo dia do festival, dia 7, pelas 21.30 horas.
Neste novo concerto apresenta-se a sozinha no palco para construir múltiplas sonoridades a partir das suas guitarras. Classicismo e modernidade na voz e as canções de uma artista poderosa, única e que não deixa lugar a dúvidas.

O terceiro e último dia do ‘Musa’ apresenta-nos outra artista mexicana, a La Bruja de Texcoco, mulher nascida de rituais e da noite, que vem apresentar ‘De Brujas Peteneras Y Chachalacas’, o seu primeiro trabalho de originais, celebrado por artistas como Lila Dows. A harpa encantará o Theatro. O último espectáculo do festival é protagonizado por Ana Tijoux, iniciada no hip-hop que se transformou na figura chilena de maior relevância internacional da sua geração. Com cinco discos gravados desde 2007, incluindo canções como ‘A Veces’, ‘1977’, ‘La Bala’, ‘Shock’, ‘Sacar La Voz’, ‘Mi Verdad’ ou ‘Somos Sur’, uma agenda de tours e festivais por mais de quinze países das Américas e Europa desde 2009, colaborações com figuras globais como a mexicana Julieta Venegas, o uruguaio Jorge Drexler ou a palestiniana Shadia Mansour um Grammy Latino conquistado em 2014 e outras seis nomeações aos prémios Grammy e Grammy Latino são alguns dos destaques de uma carreira onde a consciência política está sempre presente no discurso e na acção. Regressa em 2020 para novo disco de originais.
O mundo que se prepare.

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