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Filarmónica precisa apoio para ir à China

Braga

2019-12-15 às 10h14

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

A Orquestra Filarmónica de Braga precisa mais apoios para a digressão à China. É a primeira vez que uma filarmónica portuguesa tem esta oportunidade, refere o maestro Filipe Cunha.

A Orquestra Filarmónica de Braga parte em digressão à China no próximo dia 26, onde vai protagonizar o concerto de ano novo ‘Strauss & Friends’ nos melhores teatros e auditórios de seis cidades na província de Guangdong.
É a primeira orquestra filarmónica portuguesa a realizar o feito, mas precisa do apoio da comunidade para ajudar a concretizar este projecto.
Orientada pelo maestro Filipe Cunha, a Filarmónica de Braga “vive uma oportunidade única” de fazer história. “Seremos, com muita honra, a primeira orquestra portuguesa a realizar concerto de ano novo na China e esperamos abrir assim caminho a futuros convites a outras Orquestras nacionais”.

“Precisamos do apoio de todos porque este é um projecto que representa Braga e também o país”, assinalou o maestro ao jornal ‘Correio do Minho’, indicando que está a decorrer uma campanha de crowfunding precisamente com esse objectivo. Quem quiser apoiar este projecto, basta aceder à página do Facebook da Orquestra Filarmónica de Braga.
“Vimos muitas vezes outras entidades serem apoiadas e julgamos que este é, sem dúvida, um momento importante para a nossa orquestra que merece igualmente ser apoiado”, frisou o maestro Filipe Cunha.

Sonhada em 2014 por um pequeno grupo de pessoas que acreditaram na “qualidade e competência” de jovens músicos, a Orquestra Filarmónica de Braga, criada no seio da Associação Cultural Cando D’Aqui, quer afirmar-se, agora, como um “pólo dinamizador de todos os tipos de música”, realizando concertos sinfónicos, com solistas, com cantores líricos e pop, com coros e grupos tradicionais. Um prestígio que esta digressão na China ajudará a alcançar e que o maestro não tem dúvidas das “vantagens” que poderá acarretar para a própria cidade de Braga.

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