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Forjães SC: “Temos capacidade para responder às exigências deste campeonato”

Desporto

2021-09-02 às 12h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Carlos viana, que como técnico vive a primeira experiência num campeonato nacional, tal como a maioria dos jogadores, destacou a estreia positiva, apesar de o Forjães não ter conseguido o resultado pretendido. “Tenho o melhor plantel do mundo”.

Citação

Como jogador, Carlos Viana já pôde sentir toda a exigência de uma competição nacional. Agora, como teinador, embarcou, juntamente com o Forjães e a maioria dos jogadores que compõe o plantel, na aventura que é o Campeonato de Portugal. Uma nova realidade, por que há muito se lutava na pequena vila pertencente ao concelho de Esposende.
A estreia na prova aconteceu no último fim-de-semana, com um empate sem golos na recepção aos madeirense do Camacha e, apesar de o resultado não ter sido o pretendido, o técnico admite que foi “uma estreia positiva”.
“Queríamos entrar a ganhar mas não posso apontar nada àquilo que foi um trabalho muito grande de toda a gente. Sem fazer um excelente jogo, fizemos um jogo muito bom. Estivemos na maior parte do tempo muito próximos do golo, portanto, no geral foi muito positivo o que fizemos. Ficou a sensação de que, realmente, temos capacidade para enfrentar as equipas deste campeonato. Não podemos esquecer que é a primeira vez do clube e da maioria dos jogadores neste campeonato e a forma como todos nos portámos e a coragem que tivemos para encarar este desafio foi muito positiva”, elogiou, falando de um “orgulho muito grande em acompanhar o clube e os jogadores nesta primeira etapa da viagem que é o Campeonato de Portugal”.
“Se havia alguma desconfiança e alguma ansiedade sobre aquilo que iria ser o primeiro jogo, encarar uma equipa profissional e sobre a forma como nos iríamos bater dentro do campo, acho que elas foram dissipadas no final do jogo, quando sentimos que o resultado foi curto para aquilo que nós produzimos. Sentimo-nos orgulhosos porque ficou a sensação de que realmente temos capacidade para estar neste campeonato. Nós todos e, acima de tudo, o clube”, frisou o técnico de 40 anos, revelando, de um modo geral, os pontos em que tocou no discurso que antecedeu o jogo com o Camacha, depois de uma pré-época complicada.
“Discurso passou por lhes dizer que realmente íamos ser capazes de entrar bem no Campeonato de Portugal. Tivemos uma pré-época difícil, com muitos contratempos e várias contrariedades. Tivemos uma quantidade anormal de lesões, que não são muito normais numa equipa de futebol. Aconteceu-nos um pouco de tudo na pré-época. Nunca tivemos mais do que 16 ou 17 jogadores disponíveis para treinador. Sentimos dificuldades em trabalhar algumas situações que exigiam um número maior de atletas”, contou, prosseguindo.
“Eu próprio fiz questão de meter uma pressão muito grande naquilo que era a exigência e a dificuldade, em todos os treinos, para eles se habituarem ao que iriam encontrar no campeonato. Quando chegámos ao jogo penso que estávamos preparados para as dificuldades que encontrámos, perante uma boa equipa. Mas destaco a capacidade que tivemos para nos superarmos durante a pré-época. Isso ajudou-nos a ter a prestação que tivemos no primeiro jogo”, lembrou.
Nas bancadas, o cenário habitual. Carlos Viana apreciou o apoio que o público dispensa à equipa.
“As pessoas estão muito orgulhosas. Quando subimos, as pessoas estavam ansiosas que começasse esta nova aventura para verem se realmente a sua equipa tinha capacidade para lutar a nível nacional. Forjães é uma vila pequena mas as pessoas são muito apaixonadas pelo clube. Penso que, no final deste jogo, as pessoas ficaram satisfeitas pela prestação que lhes oferecemos. Não podemos esquecer que foi apenas o primeiro jogo, que empatámos. Nós não festejamos empates, mas acima disso, fica a boa prestação e a coragem que tivemos. Apesar de sermos todos amadores, as pessoas sentiram que têm uma aqui uma equipa para andar a lutar num campeonato nacional.”

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