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Férias à romana terminam “em grande”

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Férias à romana terminam “em grande”

Braga

2020-08-01 às 08h03

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Crianças e jovens que participaram nas últimas duas semanas no Campo de Férias digital, promovido pelo Município de Braga, em parceria com o Centurium - programa educativo, receberam ontem presentes e a visita tão aguardada dos monitores.

Crianças e jovens acompanharam, nas últimas duas semanas, o quotidiano de uma família Bracara Augustana a partir de jogos variados e actividades culinárias/desportivas/arqueológicas e ambientais. O Campo de Férias digital, promovido pelo Município de Braga, em parceria com o Centurium - programa educativo “correu muito bem”. “O feedback que temos é muito positivo, porque foi um momento diferente e distinto para estas crianças e jovens”, confirmou Epifânia Oliveira, em representação do Gabinete de Acção Social do Município de Braga.

Nestas duas semanas de aventuras as palavras de ordem foram equipa e partilha. Um “trabalho de excelência” entre os jovens participantes, as instituições e os parceiros que permitiram a concretização deste programa pioneiro. “Os partici- pantes entregaram-se ao programa de forma extremamente entusiasta e aquilo que parecia ser uma segunda escola acabou por os ajudar a trabalhar em equipa e a partilhar”, referiu ainda Epifânia Oliveira.
Parceira dos Campos de Férias do Município de Braga, focando o sentido de responsabilidade social, a Bosch ofereceu, ontem, kit’s lanche a todas as crianças e jovens das instituições envolvidas no projecto (Instituto Monsenhor Airosa e Colégio São Caetano). Esta oferta permitiu a realização de um lanche convívio em “tom de celebração” do término destas férias diferentes.

De ressaltar a “forte dimensão inclusiva” deste Campo de Férias, pois a equipa que desenvolveu esta resposta, “apesar de ser um grupo muito jovem, provém de contextos sociais onde o desfecho dito normal seria o abandono escolar”, referiu ainda a representante do Gabinete de Acção Social, assumindo que estas férias “acabaram por ser uma “lufada de ar fresco” para estas crianças e jovens, transformando-se “numa boa solução”, o que se tornou “gratificante” para todos.

Do Instituto Monsenhor Airosa, a responsável Rafaela Pinheiro confidenciou que ao início “foi difícil para os jovens trabalharem em equipa e respeitarem o tempo um do outro”, mas as actividades acabaram por os ajudar e agora “querem mais”. Rafaela Pinheiro foi mais longe: “o programa teve um grande impacto na vida deles e a partilha de experiências e o aprender a lidar com os desafios e dificuldades foram muito importantes”.

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