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Economia

2020-05-30 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Na reunião, por videoconferência, a comissão executiva do Eixo Atlântico, decidiu solicitar um plenário para discutir ainda um plano de investimentos transfronteiriço. Associação exige a participação de todos os sectores envolvidos na cooperação.

A comissão executiva do Eixo Atlântico decidiu, após reunião por videoconferência, pedir aos primeiros-ministros de Portugal e de Espanha para que “os fundos recebidos da Europa sejam maioritariamente aplicados em investimento produtivo e não exclusivamente em subsídios”.
Embora os subsídios “sejam necessários”, neste momento, “para as situações de emergência social, não devem conduzir a uma sociedade subsidiada, mas sim a uma sociedade produtiva”, defende o Eixo Atlântico, no comunicado enviado às redacções.

Neste sentido, a associação pede “a participação das autarquias na programação e na distribuição dos fundos europeus, com especial atenção aos sectores produtivos do território e com prioridade, desde logo, às redes digitais, cuja importância se evidencia durante a pandemia”.
A associação destaca ainda a necessidade de “priorizar” o mundo rural e as infra-estruturas, “mais necessárias do que nunca, no âmbito das ligações marítimas e ferroviárias”.

Entretanto, o Eixo Atlântico vai ainda convocar, no próximo mês de Setembro, uma conferência de presidentes de câmara municipal e peritos “para debater e aprovar propostas operativas para o processo de reconstrução, tanto no âmbito das suas próprias competências como no âmbito das competências nacionais e das regiões autónomas”.
Ainda na reunião ficou decidido solicitar ao presidente da Xunta de Galicia, na sua condição de presidente da Comunidade de Trabalho Galiza - Norte de Portugal, uma “convocatória urgente” de um plenário deste órgão para discutir o plano de investimentos transfronteiriço, reclamando “a participação de todos os sectores envolvidos na cooperação, como autarquias, empresários, sindicatos e universidades”.

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