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Futuro pólo da UMinho vai ser nova centralidade na investigação
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Futuro pólo da UMinho vai ser nova centralidade na investigação

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Futuro pólo da UMinho vai ser nova centralidade na investigação

Ensino

2021-05-01 às 06h00

Miguel Viana Miguel Viana

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior visitou as instalações do futuro pólo da Universidade do Minho (UMinho) que está a ser montado em S. Cosme do Vale (Famalicão).

O futuro pólo da Universidade do Minho, que vai funcionar nas antigas instalações da Didáxis em S. Cosme do Vale, em Famalicão, vai ser uma nova centralidade na área da investigação.
Esta é a convicção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, que ontem visitou o espaço.
O governante passou pelos laboratórios de Biotecnologia Alimentar, Micronano Fabricação e Sistemas e Tecnologias de Materiais Avançados, por uma incubadora de empresas e pelo TECMEAT - Centro de Competências do Agroalimentar para o sector das Carnes. “Aquilo que mais me chocou aqui pela positiva foi a alegria de ver os investigadores aqui a instalar novos equipamentos e a trabalharem com empresas criando riqueza. Este tipo de articulação da autarquia com a universidade e as empresas, juntando investigação científica, a educação superior e a inovação empresarial é o futuro”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Manuel Heitor acrescentou que criar um quarto pólo da Universidsde do Minho (UMinho) “é bom apara a universidade, é excelente para Famalicão e é muito bom para os portugueses”.
O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, destacou que o concelho “tem uma forte presença industrial em vários sectores e precisa de dar este salto qualitativo para que possa cumprir a ambição de produzir mais, de exportar mais, de criar mais valor. Se queremos ter um sector com futuro e vitalidade, temos que criar condições para formação e qualificação”.

O autarca revelou que o processo de criação de um pólo universitário no concelho “está a ganhar raízes. O facto de já termos 16 laboratórios a funcionar aqui, significa que a Universidade do Minho acredita na viabilidade deste projecto e nós ficamos honrados com esses sinais”.
Entre os impactos positivos do novo pólo universitário está a inclusão de Famalicão no mapa da investigação científica. “Famalicão estava no patamar da indústria, da competência, da qualificação, da cidadania, mas não estava no patamar da investigação. A dimensão da investigação é muito importante a nível empresarial e esta presença na investigação ajuda na criação de projectos empresariais. Temos tudo a ganhar com este projecto”, disse Paulo Cunha.

O reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, frisou que o pólo vai entrar em funcionamento em breve.
“Com este grupo alargado de investigadores, com projectos em desenvolvimento, e com financiamento disponível, há imediatamente outros desafios que se nos colocam. Desde logo uma aposta na incubação de empresas, e também na formação. Essa actividade de formação constituirá um desígnio de curto prazo”, salientou Rui Vieira de Castro. O pólo conta com 80 investigadores.

“Investigação que se faz na UMinho é impressionante”

“Estamos numa grande universidade de investigação. Presenciei muitos estudantes a fazerem apresentações de investigações verdadeiramente impressionantes”. As palavras são do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, que ontem se deslocou à Universidade do Minho (UMinho) para entregar o Prémio UMinho de Iniciação na Investigação Científica - 2020.
Os prémios foram entregues aos alunos Ana Castro, Marta Mendanha, Nuna Carvalho (categoria de Investigação Científica), GilbertoCunha, Luis Amorim e Tiago Antão (Ciências e Engenharia), Ana Ribeiro, Daniela Costa e José Teixeira (Ciências Sociais e Humanas).

O reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, destacou que o prémio, que já vai na segunda edição visa garantir a “inserção de jovens em equipas de investigação e que os objectivos foram cumpridos. Foi tocante ver e ouvir a qualidade dos projectos
Na mesma sessão foram apresentados projectos no âmbito do programa ‘Verão Com Ciência’. e que vai ter continuidade.

“Iremos continuar em 2021 a apoiar mais escolas de Verão. As pessoas querem mais ‘Verão com Ciência’”, garantiu o ministro da Ciência, tecnologia e Ensino Superior.
Manuel Heitor reuniu ainda com os dirigentes das escolas, institutos e centros de investigação para abordar assuntos relacionados com o Plano de Recuperação e Resiliência.
“Queremos mobilizar docentes, estudantes, os actores de decisão política a nivel regional. É preciso mobilizar ideias e garantir as melhores ideias, porque o PRR tem regras próprias e um período de execução muito curto. A preparação prévia é muito importante para que os contratos sejam executados o mais rapidamente possível, indicou Manuel Heitor.

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