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Ginásios de portas fechadas motivam para actividade física à distância

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Ginásios de portas fechadas motivam para actividade física à distância

Braga

2021-01-17 às 06h30

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Novo confinamento encerrou os ginásios e clubes de fitness... outra vez. Mas o sector não atira a toalha ao chão e, desta vez, preparou-se tentando manter alguma actividade através de aulas online e o acompanhamento possível.

Os ginásios e os clubes de fitness estão entre as actividades económicas que voltaram a fechar portas neste segundo confinamento obrigatório, agudizando as dificuldades de empresários, profissionais e dos próprios clientes que ficam privados da sua actividade física regular.
Mas se no primeiro confinamento, não houve hipótese de qualquer preparação, desta vez, os ginásios anteciparam-se ao encerramento e tentam ir ao encontro dos clientes, sobretudo através de aulas online.
Houve um esforço acrescido de planificação de aulas e de definição de planos de treinos, explica o director técnico do Be In Gym, Hilário Silva, que salvaguarda, no entanto, que “as aulas online são uma solução de recurso”.
Na óptica de Hilário Silva, nas aulas online “falta o convívio e a socialização que são fundamentais”.
Da parte dos clientes, há aqueles que fazem questão de manter a actividade física acompanhada, mesmo à distãncia, mas existe uma boa parte que “não se revê neste conceito” aponta o director técnico do Be In Gym.
O novo encerramento soma-se às dificuldades decorrentes do primeiro confinamento que se saldou numa quebra de clientes e num acréscimo de custos já que foi preciso investir no reforço das condições de segurança e de higiene para cumprir as normas impostas pelas autoridades de saúde.
No caso do Be In Gym, o Verão deu para equilibrar as contas, mas muitos clientes ainda não regressaram ao ginásio por terem ainda algum receio, admite Hilário Silva que aponta os custos fixos que é preciso suportar.
Além dos gastos acrescidos em medidas de segurança, a restrição do número de pessoas também influencia negativamente o negócio, reforça aquele responsável.
“Estamos a tentar sobreviver” assume o director técnico do Be In Gym, que denuncia que os “apoios do Governo não são suficientes” e sustenta: “precisamos de trabalhar para ter receitas.
Este ginásio conseguiu manter a equipa, mas a maior parte dos colaboradores trabalha em regime de prestação de serviços e “as ajudas destinadas aos recibos verdes são ridículas” aponta Hilário Silva.
Quem tem contrato de trabalho e está obrigado a lay-off, devido ao encerramento da empresa, como é o caso dos ginásios, recebe 90 por cento do salário base no contexto deste segundo confinamento obrigatório.

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