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Alto Minho

2021-03-02 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

AECT Rio Minho censurou a “estranha democracia” que impediu ontem uma acção conjunta de autarcas do Alto Minho e da Galiza a favor da reabertura total das fronteiras.

Ontem, pela quarta vez, Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho exigiu a reabertura total das fronteiras entre o Alto Minho e a Galiza. Do lado português da Ponte da Amizade, que liga Vila Nova de Cerveira e Tomiño, o director do AECT, Fernando Nogueira, lamentou que “até para reivindicar e protestar pacificamente esta estranha democracia nos cria muitas dificuldades”, criticando a impossibilidade de autarcas dos dois lados das fronteira se manifestarem em conjunto. A acção reivindicativa deveria ter unido autarcas da Galiza e portugueses, mas aqueles foram impedidos pela Guardia Civil de atravessar a ponte até ao limite com Portugal, onde a GNR, tomou medida idêntica.
A Fernando Nogueira, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, juntaram-se o congénere de Melgaço, Manoel Batista, e o vice-presidente da Câmara Municipal de Monção, João Oliveira, os quais assumiram que se o impedimento de uma “acção, pacífica e cordata, mas reivindicativa, em conjunto” constitui “uma tentativa de nos dividir, estão completamente enganados”.
Para os autarcas alto minhotos, o encerramento de alguns pontos de passagem e a abertura parcial de outros “é uma teimosia dos Governos de Portugal e Espanha”, alegando que “não são os trabalhadores e as mercadorias que passam em todos os pontos de fronteira que aumentam o risco de contágio, que aumentam da pandemia, antes pelo contrário. Claramente seria uma medida que podia até ajudar a precaver esses contágios”.
Nesse sentido, consideram as limitações ainda impostas na circirculação entre o Minho e a Galiza uma “medida claramente economicista por parte dos governos”, que desta forma transferem os custos de uma circulação controlada “para os trabalhadores e para as empresas”.
Os autarcas galegos pertencentes ao AECT Rio Minho expressaram o protesto contra a proibição de reunião com os colegas do Alto Minho através de uma mensagem em inglês na faixa de rodagem da Ponte da Amizade. “Open the Borders [abram as fronteiras]”, leu-se nos cartazes colocados na ponte internacional que se mantém encerrada.

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