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Governo desafia Câmara a disponibilizar Pousada para alojamento universitário

Braga

2019-12-07 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Centro de Juventude de Braga foi ontem formalmente inaugurado. Ministro da Educação defende que a renovada Pousada pode ajudar a atenuar a carência de alojamento universitário na cidade.

O ministro da Educação desafiou ontem a Câmara Municipal de Braga a disponibilizar o Centro de Juventude para alojamento de alunos do ensino superior, um contributo para atenuar, ainda que de forma temporária, a carência de camas nas residências universitárias na cidade.
“Lancei o desafio para que a Câmara, a InvestBraga e a MoviJovem pudessem também coadjuvar o trabalho feito pelas instituições de ensino superior, para poder oferecer mais alojamento e melhores oportunidades”, explicitou Tiago Brandão Rodrigues, depois de ter inaugurado o Centro de Juventude de Braga/Pousada da Juventude.
O repto foi aceite pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que considerou ser essa “uma oportunidade, não em termos permanentes, mas de ocupação temporária” por parte de estudantes universitários, professores ou investigadores.
A renovada Pousada da Juventude de Braga, na Rua de Santa Margarida, dispõe de 26 quartos e uma lotação máxima de 106 camas.
Ao abrigo de um protocolo de colaboração celebrado com a Movijovem e o Instituto?Português do Desporto e Juventude, o Município de Braga investiu quase 1,7 milhões de euros na reabilitação da Pousada e dos serviços do Instituto, um espaço agora designado por Centro de Juventude de Braga. Compete à empresa municipal InvestBra- ga a exploração do equipamen-to.
O ministro da Educação referiu ontem que “as Pousadas da Juventude são um instrumento de políticas públicas determinante para a mobilidade da juventude”, uma vez que “agora fazem parte do Plano Nacional de Alojamento Estudantil” e “têm sido uma resposta sistemática em muitas zonas do país”.
Recordou o governante a cooperativa MoviJovem e a tutela trabalharam para que quatro pousadas da juventude encerradas reabrissem e pudessem servir de alojamento estudantil, defendendo que estas podem ajudar, “durante os tempos lectivos, ao esforço feito pelas instituições de ensino superior, oferecendo alojamento para os estudantes universitários e dos politécnicos.”
Segundo Tiago Brandão Ropdrigues,“a MoviJovem tem já um programa que oferece mais de mil alojamentos por ano a escolas básicas e secundárias e tem preços convidativos.”

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