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Greve: Adesão dos trabalhadores entre os 14,1% e os 80 por cento - Síntese
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Nacional

2010-03-04 às 16h05

Lusa Lusa

A greve de hoje da Função Pública está a ter uma adesão entre os 14,1 por cento estimados pelo Governo e os 80 por cento avançados pelos sindicatos.

A greve de hoje da Função Pública está a ter uma adesão entre os 14,1 por cento estimados pelo Governo e os 80 por cento avançados pelos sindicatos.

A paralisação convocada pelas três principais estruturas sindicais do sector público levou ao encerramento de tribunais, escolas e repartições de finanças e deixou o lixo por recolher em muitas localidades.

Num primeiro balanço, os sindicatos apontam para uma participação de 80 por cento dos trabalhadores na greve, um nível idêntico ao verificado na última greve convocada pelas três estruturas (em 2007).

Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, o secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho, disse que 10,8 por cento dos serviços estiveram encerrados devido à greve, num total de 12.600.

Os dados apresentados pelo Governo são preliminares e referentes somente à administração central, estando previsto um novo balanço para o final da tarde.

A Frente Comum dos sindicatos da administração pública já garantiu hoje que a luta no setor vai continuar, anunciando concentrações distritais para abril e uma 'grande concentração nacional' para o final de maio.

Esta greve contou pela primeira vez com a participação dos trabalhadores das embaixadas e consulados, que normalmente têm feito greves separadas por reivindicações específicas.

O arranque da greve nacional dos trabalhadores da administração pública ficou ainda marcado por denúncias da Frente Comum, segundo a qual alguns piquetes foram impedidos de entrar em hospitais para conferir os serviços mínimos.

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (afeta à CGTP), a Frente Sindical da Administração Pública (UGT) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado marcaram esta greve contra o congelamento salarial, o agravamento das penalizações das reformas antecipadas, questões relacionadas com as carreiras e com o sistema de avaliação.

Os sindicatos suspenderam a paralisação na região autónoma da Madeira para facilitar os esforços que estão a ser feitos para que a vida na ilha volte à normalidade, após o temporal de 20 de fevereiro.

A última greve convocada pelas três estruturas sindicais realizou-se a 30 de novembro de 2007 contra a imposição de um aumento salarial de 2,1 por cento.

Nessa altura, os sindicatos contabilizaram uma adesão de 80 por cento, enquanto o Governo falava em 20 por cento.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***

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