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Greve: Consulados de Macau e Pequim de portas fechadas, serviços normais em Xangai e Díli
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Greve: Consulados de Macau e Pequim de portas fechadas, serviços normais em Xangai e Díli

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Nacional

2010-03-04 às 11h55

Lusa Lusa

Os consulados de Macau e de Pequim estão hoje de portas fechadas devido à greve dos funcionários consulares, que aderiram à paralisação da Função Pública, enquanto nos postos de Xangai e de Timor-Leste os serviços decorrem normalmente.

Os consulados de Macau e de Pequim estão hoje de portas fechadas devido à greve dos funcionários consulares, que aderiram à paralisação da Função Pública, enquanto nos postos de Xangai e de Timor-Leste os serviços decorrem normalmente.

Os cerca de 20 funcionários do consulado-geral de Portugal em Macau aderiram hoje em peso à greve, a que o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE), encontrando-se encerrados os serviços de atendimento ao público.

O cônsul geral de Portugal em Macau, Manuel Cansado de Carvalho, confirmou à Agência Lusa que todos os seus funcionários aderiram à greve, com a exceção de alguns que estão de baixa médica, sendo o único de serviço hoje nas instalações do consulado, que retoma na sexta feira a normalidade dos serviços.

Um dos funcionários consulares, que não se quis identificar, salientou, em declarações à Lusa que a grande adesão à greve prende-se com um 'descontentamento geral derivado da falta de aumentos reais nos salários há mais de três anos e do sistema de avaliação anual do trabalhador', que, aponta, 'não é digno e desmoraliza qualquer um'.

'A nível interno, as condições de trabalho deixam também muito a desejar e têm piorado nos últimos anos, pois há questões que não se resolveram no momento próprio e agora vão-se acumulando', acrescentou o mesmo trabalhador consular, sem especificar.

O dia começou calmo no consulado geral de Portugal em Macau, com alguns cidadãos nacionais a depararem-se à entrada com um aviso de suspensão dos serviços por motivo de greve, optando por regressar noutro dia, sem qualquer protesto, apesar do eventual transtorno que a situação lhes poderá causar.

Na China, o consulado em Pequim esteve fechado devido à greve, enquanto o de Xangai funcionou normalmente.

Um aviso em três línguas (português, chinês e inglês) afixado à porta da Embaixada portuguesa em Pequim explicava que o consulado está fechado devido à greve em Portugal, retomando o atendimento normal na sexta feira.

No consulado geral de Portugal em Xangai, os serviços funcionaram 'a 100 por cento', disse uma fonte local à Agência Lusa.

No conjunto, aqueles dois consulados empregam nove funcionários, mas apenas quatro (dois em Pequim e outros tantos em Xangai) têm nacionalidade portuguesa.

A greve não afetou o consulado de Portugal em Díli, Timor-Leste, porque os seus dois únicos funcionários são contratados localmente, pelo que não aderiram à paralisação.

Há seis meses, os trabalhadores dos consulados cumpriram também um dia de greve, antes das eleições legislativas, em protesto pelos atrasos nas atualizações salariais de 2009, a revisão do estatuto profissional, a avaliação dos funcionários e a formação profissional.

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (CGTP), a Frente Sindical da Administração Pública (UGT) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado marcaram a greve de hoje contra o congelamento salarial, o agravamento das penalizações das reformas antecipadas, questões relacionadas com as carreiras e com o sistema de avaliação.

A última greve convocada pelas três estruturas sindicais realizou-se a 30 de novembro de 2007 contra a imposição de um aumento salarial de 2,1 por cento.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

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