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Greve: Frente Comum anuncia 'grande concentração nacional' para maio
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Greve: Frente Comum anuncia 'grande concentração nacional' para maio

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Nacional

2010-03-04 às 15h52

Lusa Lusa

A Frente Comum dos sindicatos da administração pública garantiu hoje que a luta no setor vai continuar, anunciando concentrações distritais para abril e uma 'grande concentração nacional' para o final de maio.

A Frente Comum dos sindicatos da administração pública garantiu hoje que a luta no setor vai continuar, anunciando concentrações distritais para abril e uma 'grande concentração nacional' para o final de maio.

'Vamos promover ações de grande impacto, em abril e maio, porque os trabalhadores têm que continuar a lutar para que não lhes retirem o pouco que ainda têm', disse a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, em conferência de imprensa.

A sindicalista disse que as ações para abril e maio vão começar já a ser preparadas e que a manifestação nacional 'poderá surpreender pelo nível de participação'.

A greve de hoje da Função Pública está a ter uma adesão global que ronda os 80 por cento, estimando a Frente Comum que mais de 300 mil trabalhadores tenham hoje paralisado em todo o país e que tenham sido encerradas centenas de escolas (22 só em Lisboa).

Os serviços do sector da saúde, educação, segurança social, finanças e recolha de lixo são aqueles onde a paralisação está a ser mais sentida.

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (CGTP), a Frente Sindical da Administração Pública (UGT) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado marcaram esta greve contra o congelamento salarial, o agravamento das penalizações das reformas antecipadas, questões relacionadas com as carreiras e com o sistema de avaliação.

Os sindicatos suspenderam a paralisação na região autónoma da Madeira para facilitar os esforços que estão a ser feitos para que a vida na ilha volte à normalidade, após o temporal de 20 de fevereiro.

A última greve convocada pelas três estruturas sindicais realizou-se a 30 de novembro de 2007 contra a imposição de um aumento salarial de 2,1 por cento.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***

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