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Greve: Trabalhadores dos Impostos com adesão superior a 80% - sindicato
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Greve: Trabalhadores dos Impostos com adesão superior a 80% - sindicato

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Nacional

2010-03-04 às 14h27

Lusa Lusa

Os serviços dependentes dos trabalhadores dos impostos registaram uma adesão à greve 'histórica', superior a 80 por cento, com alguns setores completamente encerrados, anunciou hoje o respetivo sindicato.

Os serviços dependentes dos trabalhadores dos impostos registaram uma adesão à greve 'histórica', superior a 80 por cento, com alguns setores completamente encerrados, anunciou hoje o respetivo sindicato.

'Mais de 80 por cento dos serviços encontram-se encerrados', disse o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), Marcelo Castro, sublinhando que estes números ainda não são definitivos.

'Trata-se de uma greve histórica, já que nunca tivemos adesões tão elevadas', sublinhou o vice-presidente do STI, acrescentando que os departamentos que estão abertos se encontram a funcionar com os 'serviços mínimos e muito desfalcados'.

À Lusa, o sindicalista adiantou que existem distritos com os serviços 'completamente fechados', como é o caso de Évora, Beja, Guarda ou Porto, uma situação realçada pelo facto de 'não ser comum' o STI 'entrar em greve'.

Recordando que a última greve convocada por este sindicato foi em 2002, o vice-presidente do STI acrescentou que a mais recente paralisação a que esta estrutura aderiu foi há quatro anos, altura em que a adesão dos trabalhadores dos impostos foi de 'seis por cento'.

'Esta adesão revela bem o desgaste dos trabalhadores dos impostos', disse, concluindo que chegou a hora do Governo 'retirar as devidas ilações'.

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (CGTP), a Frente Sindical da Administração Pública (UGT) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado marcaram esta greve contra o congelamento salarial, o agravamento das penalizações das reformas antecipadas, questões relacionadas com as carreiras e com o sistema de avaliação.

Os sindicatos suspenderam a paralisação na região autónoma da Madeira para facilitar os esforços que estão a ser feitos para que a vida na ilha volte à normalidade, após o temporal de 20 de fevereiro.

A última greve convocada pelas três estruturas sindicais realizou-se a 30 de novembro de 2007 contra a imposição de um aumento salarial de 2,1 por cento.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

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