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Grupo Desportivo Sete Fontes pronto para o regresso
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Grupo Desportivo Sete Fontes pronto para o regresso

Desporto

2022-05-13 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

O Grupo Desportivo Sete Fontes comemora o 43.º aniversário num ano em que, fruto de um vazio em termos de liderança, não competiu nas provas da AF Braga. Nuno Barros, que havia terminado o mandato como presidente, reassumiu a direcção e já projecta 22/23. Equipa sénior voltará a ser uma realidade, mas existem outros sonhos...

Citação

Estávamos no dia 11 de Maio do ano de 1979 quando um grupo de amigos, residente na área das Sete Fontes, decidiu formar o Grupo Desportivo local, que está agora a assinalar 43 anos de vida.
Depois de alguns anos a competir no campeonatos do INATEL, o Sete Fontes, já sob a liderança de Nuno Barros (também conhecido como Nuca), daria o salto para a filiação na Associação de Futebol de Braga, em 2018, fazendo parte, desde então, do lote de equipas a disputar a I Divisão.
Ainda assim, em 2021/22, a temporada desportiva foi de total ausência, com a equipa sénior a ‘sofrer’ com o facto de “ninguém ter aparecido” para assumir a liderança do clube após o fim do mandato de Nuno Barros, que, em face do sucedido, voltou a tomar as rédeas, assumindo que “é sempre uma grande luta conseguir manter o clube de pé”.

A pandemia, nota, dificultou ainda mais, sobretudo no que toca aos patrocínios, uma vez que as “pessoas ficam mais retraídas, sem saber o que o futuro reserva”.
Ainda assim, garante, é tempo de olhar em frente e preparar o futuro, com o regresso da equipa sénior no horizonte. “Este ano, se Deus quiser, vamos competir na I Divisão da AF Braga, já estamos a tratar disso e temos já quase tudo definido. Já temos quase equipa feita para o ano que vem”, destaca Nuno Barros, que nesta conversa com o Correio do Minho deu conta do trabalho que foi desenvolvido ao longo do último ano, nomeadamente com as intervenções (possíveis) na sede do clube, com alguns melhoramentos.

Para a noite desta sexta-feira está previsto um pequeno momento de convívio, juntamente com os associados, para assinalar mais um ano de vida.
“Faremos aqui na sede um momento de comemoração do aniversário, para o qual convido os sócios do Sete Fontes. Vamos reunir-nos, cantar os parabéns, comer um bocado de bolo e beber uma tacinha de champanhe”, disse, pedindo aos sócios que “continuem a fazer o esforço que têm feito, porque o futuro será risonho”.

“Ausência de campo de futebol é grande mágoa”

Sobreviver à pandemia, para a generalidade dos clubes mas, sobretudo, para o Sete Fontes, foi difícil, mas Nuno Barros olha para o facto de não possuir um campo próprio como o maior dos constrangimentos. Na óptica do dirigente, o Campo de futebol de Gualtar, com gestão partilhada entre o município e a universidade e as juntas de freguesia de Gualtar e S. Victor, seria a solução ideal para que os três clubes (Sete Fontes, Gualtar e Alegrienses) pudessem potenciar-se e desenvolver-se.
“Ter um campo próprio é impensável, mas já falei com a vereadora Sameiro Araújo, que me confirmou que estavam a intervir no Campo de Gualtar, para colocar lá clubes a jogar. O Sete Fontes é um dos interessados e cheguei a dizer isso mesmo à vereadora, de que nos poderíamos incluir naquele lote de clubes a usufruir do Campo de Gualtar”, referiu, prosseguindo, também abordando o tema da formação.

“Para já pensamos passo a passo. Em primeiro lugar vamos tratar de fazer regressar o futebol sénior. Se tivermos, no futuro, possibilidade de ver resolvida esta questão do campo de futebol, então gostaríamos de abrir também as camadas jovens , até porque temos tido abordagens de pais de miúdos para fazermos equipas de juvenis e juniores, mas dadas as condições não nos é possível neste momento”, sublinhou, notando também a mágoa que tem sentido por não ver, da parte do município, o cumprimento das promessas de apoio nas intervenções na sede do clube.

“Infelizmente não houve nenhuma abordagem nesse sentido, Já tivemos várias reuniões com o município e até hoje ninguém cá apareceu para que fosse dado algum passo em frente, portanto não espero grande coisa do município… É uma mágoa muito grande que vou tendo. As poucas obras que temos feito na sede do clube é tudo 'à nossa custa', com base nas ajudas dos associados e dos patrocinadores. O pouco que vamos amealhando aproveitamos para direccionar de imediato para algumas intervenções na sede”, assegurou, aproveitando para enaltecer a ‘obra’ mais impactante feita nos últimos tempos em termos de infra-estruturas.
“Fizemos um parque de estacionamento, todo bonitinho. Colocámos umas mesas para as pessoas usufruírem, por exemplo, num piquenique. Tenho, em relação a isso, de agradecer à Junta de Freguesia de Adaúfe, na pessoa do ex-presidente, que foi ele que nos ofereceu as mesas para essa finalidade”, completou.

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