Correio do Minho

Braga, sábado

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Guerreiros de lanças apontadas aos Leões

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Desporto

2018-09-23 às 06h00

Telmo Martins

Com onze golos marcados em quatro jornadas, o ataque do SC Braga promete fazer do Sporting a próxima vítima.

O SC Braga continua a preparar a recepção ao Sporting, em jogo a contar para a quinta jornada da I Liga. Abel Ferreira orientou o treino de ontem e aproveitou para limar as últimas arestas.
Guerreiros e leões partilham a liderança do campeonato, a par do Benfica, com 10 pontos. Em caso de vitória, os arsenalistas podem distanciar-se de um adversário directo na luta pelos lugares cimeiros.
Os arsenalistas partem para este desafio com uma motivação adicional. A equipa de Abel Ferreira está a registar um arranque de campeonato histórico no que aos golos marcados diz respeito. Onze golos em quatro jornadas são um registo impressionante e é preciso recuar até há temporada 1598/59 para encontrar um cenário igual.

A receita para o jogo de amanhã passa por manter a invencibilidade e continuar a facturar com fartura.
A frente de ataque dos Guerreiros do Minho deverá ser composta por dois Ricardos, Horta e Esgaio, nas alas e por uma dupla de avançadas formada por Wilson Eduardo e Dyego Sousa.
Na temporada passada, os arsenalistas bateram o recorde de golos marcados no campeonato, com 74, num total de 101 em todas as competições.

Alan: "Jogo vai ser decidido em pequenos detalhes”

A pouco tempo da recepção do SC Braga ao Sporting, Alan, director de relações institucionais do clube minhoto e figura muito acarinhada por todos os adeptos bracarenses, deu uma entrevista ao jornal “Expresso” onde abordou o jogo e onde mostrou também o lado mais pessoal.
Para o jogo de amanhã, Alan mostra-se confiante e acredita que as duas equipas vão proporcionar um bom jogo àqueles que se deslocarem até ao estádio.

“Depois daquele tornado vergonhoso que abalou o futebol e o país, penso que o Sporting recuperou muito bem. A equipa do Braga está muito forte, penso que tem todas as condições para lutar pelo título”, afirmou.
O antigo jogador mostrou também um lado mais pessoal, onde abordou questões sensíveis, como o racismo.
“Já me chamaram muitos nomes mas era para me desconcentrarem dentro de campo. Só uma vez, num Braga-Benfica, senti racismo, quando o Javi García me insultou”, apontou, deixando ainda um comentário acerca do caso “e-toupeira”.
“Se fosse noutro país, o Benfica descia de divisão”, rematou.

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