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Guia do Eixo Atlântico impulsiona Caminho de Santiago
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Guia do Eixo Atlântico impulsiona Caminho de Santiago

Travessa do Carmo em requalificação

Guia do Eixo Atlântico impulsiona Caminho de Santiago

Nacional

2020-12-02 às 10h14

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

Edição do dia 14 do Correio do Minho vai oferecer o novo guia publicado pelo Eixo Atlântico.

Resiliência é palavra dominante na estratégia do Eixo Atlântico.
Com os olhos postos no futuro, vendo esta crise como uma oportunidade de transformação, “o Eixo Atlântico vai lançar um guia muito inovador esteticamente e que, simultaneamente, é o único guia, de que tenhamos conhecimento, que se está a elaborar para o Ano Santo Compostelano 2021, para contribuir para o impulso ao Caminho de Santiago como um dos motores de recuperação económica”, afirmou Lara Méndez, vice-presidente do Eixo Atlântico e presidente de Lugo.

Intitulado ‘Um Caminho de Futuro’, o Correio do Minho volta a associar-se a mais uma iniciativa do Eixo Atlântico, oferecendo o guia aos leitores na edição do próximo dia 14 de Dezembro.
Além desta publicação do Eixo Atlântico, os leitores vão ter também a oportunidade de participar em passatempos em que vão ser oferecidas estadias em Lugo e em Farria, na Galiza, numa iniciativa que visa promover o turismo na Euroregião.
Reconhecendo que o “Caminho de Santiago é uma locomotora turística extraordinária para as cidades que o temos”, Lara Méndez defende que este “não pode ser o único produto turístico nem camuflar a ausência de modelos turísticos complementares. Pessoalmente defendo a criação de novos produtos baseados nas nossas forças: a história, o património, a natureza, a gastronomia e o comércio”, apontando como exemplos “a criação de uma rota da romanização tanto na Galiza como na Eurorregião, com a criação do Museu da Romanização da Galiza em Lugo, a sua coordenação com o existente em Braga, e a integração de todos os vestígios, tanto romanos como Castrejos, existentes na Euro-região, incluindo festas tão singulares como Arde Lucus ou a Braga Romana, que não devem ser apenas património das cidades, mas de toda a Euro-região”.

Neste contexto, “há produtos turísticos que agora com esta situação adquirem uma grande relevância. Por um lado, o turismo de fronteira, representado num slogan que nasceu no Eixo Atlântico: ‘Dois países um destino’. A este conceito estamos a acrescentar um novo que é o turismo de autor, conceito que trabalhamos coordenadamente com outras pessoas como o Conselleiro Román Rodríguez que foi um dos primeiros também a impulsionar este conceito”.
A vice-presidente do Eixo Atlântico realça “a oportunidade e o enorme desafio que temos pela frente, somando as mudanças de hábitos também provocados pela pandemia, para reformular o turismo com vista à sustentabilidade, afastado das massificações e dando primazia à qualidade das experiências com as quais sejamos capazes de atrair visitantes que procurem valores mais ligados ao respeito para com a nossa riqueza patrimonial, cultural, histórica e paisagística”.

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