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Vale do Ave

2022-12-09 às 06h00

Rui Serapicos Rui Serapicos

Instituto de Design de Guimarães, fundado em 2012, na zona de Couros, fez ontem um debate para balanço aos dez anos e projecção do futuro.

Citação

Falta captar mais interesse de empresas pelo Instituto de Design e avançar a requalificação do espaço até ao Convento de S. Francisco: estas são ideias afirmadas ontem, em Guimarães.
O Instituto, fundado há 10 anos, acolheu ontem o debate IDEGUI 10+10. Com moderação de Paulo Cruz, presidente do Instituto de Design e da Escola de Arquitectura, Arte e Design, teve lugar uma reflexão sobre os primeiros dez anos da instituição, que serviu para ponderar o presente e projectar o seu futuro.
Participaram António Cunha, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) que era reitor da Universidade do Minho à data de criação do IDEGUI; Domingos Bragança, presidente da Câmara de Guimarães; Luís Amaral , vice-reitor da UMinho; Paulo Coelho Lima, CEO? da Lameirinho – Indústria Têxtil, S.A. e também, membro do Conselho Geral do IDEGUI e Tânia Braga, uma designer que frequentou a primeira Licenciatura em Design de Produto.
“A presença do IDEGUI nas empresas é pouco perceptível”, observou Coelho Lima. “Os empresários não olham para o IDEGUI”, frisou, sustentando que falta mostrar que neste instituto podem encontrar soluções que eles “nem sabiam que precisavam”.
A?designer Tânia Braga fez na sua intervenção um balanço à formação que recebeu na sua licenciatura em Design do Produto, vincando a vantagem que este curso, com mais conteúdos da engenharia, oferece em comparação com outros mais baseados nas artes.
Luís Amaral, o vice-reitor da UMinho, que substituiu naquela ocasião o reitor Rui Vieira de Castro, admitiu que o IDEGUI ainda tem por cumprir “um vector de proximidade”.
António Cunha, o presidente da CCDR-N, sugeriu que as própirias instalações onde o IDEGUI já funciona pode servir de “espaço expositivo” para as empresas promoverem eventos.

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