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Guimarães reúne condições para projectos inspiradores para o país

Vale do Ave

2020-08-01 às 12h27

Redacção Redacção

Secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves, participou na apresentação dos Projectos Colaborativos do Plano de Acção do Gabinete de Crise e da Transição Económica.

Guimarães possui “estruturas locais fortes”, como a Universidade do Minho, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, os Centros Tecnológicos e o tecido empresarial, começou por assegurar o secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves, na sessão de apresentação dos Projectos Colaborativos. “Este conjunto de infra-estruturas exigem que se tenha como ambição a realização de projectos que possam ser exemplo não apenas para a região, mas também para o país. Guimarães tem todas as condições para o fazer”, desafiou.

Na cerimónia, o secretário de Estado disse ainda que os projectos colaborativos “são sempre muito interessantes”, pois permitem responder com conhecimentos diferentes, do lado das empresas e do lado das estruturas de conhecimento, às necessidades práticas das empresas e aos desafios do futuro. “Ter projectos de natureza colaborativa que sejam exemplares é algo que estou convencido vai acontecer aqui em Guimarães”, defendeu.
Em relação aos instrumentos de financiamento, João Neves destacou que o incentivo à investigação e desenvolvimento é essencial, e que este privilegiará a colaboração entre empresas, sem prejuízo da investigação já em curso em cada uma delas.

Entretanto, a abrir a sessão, o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, explicou os motivos pelos quais estes projectos colaborativos são uma prioridade no quadro das iniciativas do Plano de Acção do Gabinete de Crise e da Transição Económica. “Queremos que as empresas pequenas se tornem médias, as médias se tornem grandes e as grandes se tornem ainda maiores”, assumiu o presidente, acrescentando que o futuro é a ligação entre ciência e economia. “Nós queremos fazer parte desse futuro, motivo pelo qual a integração do conjunto de competências que temos no nosso território, e que será feita a partir de novas infraestruturas que serão criadas, é fundamental”.

O presidente anunciou a assinatura do contrato de compra da Fábrica do Arquinho, um dos equipamentos que, depois de reabilitado, servirá estes propósitos e, com qualidade, acrescentará à cidade.
Já o presidente executivo do Gabinete de Crise e da Transição Económica, António Cunha, deu a conhecer as especificidades de cada um dos projectos colaborativos. “Este é um desafio que queremos que seja consumado de um modo exemplar aqui em Guimarães”, assumiu António Cunha, realçando a importância das futuras infra-estruturas para a geração de conhecimento e para a experimentação. Equipamentos que serão “decisivos” na construção do que se pretende que venha a constituir-se como um Digital Innovation Hub de base industrial.

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