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As Nossas Escolas

2018-09-17 às 06h00

Paula Maia

Direcção da escola decidiu não abrir portas na abertura do novo ano escolar, agendado para hoje, reclamando a colocação de mais funcionários.

A direcção da Conservatório Calouste Gulbenkian decidiu não abrir hoje as portas aos alunos deste estabelecimento de ensino devido à falta de assistentes operacionais. A decisão já tinha sido comunicada aos pais e encarregados de educação no decurso da semana passada.
A falta de assistentes operacionais é uma situação que se arrasta há já vários anos neste estabelecimento de ensino que se tem deparado com várias dificuldades para manter as lectivas lectivas.
Segundo o rácio calculado pelo Ministério da Educação, o conservatório teria direito a 32 funcionários mas, na prática, e segundo adiantou a directora da escola ao CM, conta actualmente com 20, sendo que cinco estão de baixa médica. “Há vários anos que nos debatemos com a situação, mas este ano está pior”, diz Ana Maria Caldeira, revelando que dos 15 funcionários ao serviço no último ano a escola conta na abertura deste novo ano escolar com apenas 14.

A colocação de assistentes operacionais no Conservatório Calouste Gulbenkian é da responsabilidade da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), e de, acordo com a directora, os contratos parciais para a contratação de assistentes foram lançados este ano muito tarde, em finais de Agosto, pelo que a sua colocação só de deve efectivar no final deste mês. De qualquer forma, adverte Ana Maria Caldeira, estas colocações não resolvem, apenas remedeiam, o problema da falta de assistentes operacionais. “O contratos parciais vão permitir a colocação de sete assistentes, mas apenas a meio tempo. Ou seja, na prática em vez de sete teremos apenas três funcionários a tempo inteiro”, continua a dirigente escolar, afirmando que para satisfazer as necessidades a este nível a escola necessitaria de, pelo menos, mais dez funcionários a tempo inteiro.
Para já, e ainda de acordo com a directora, a DGEstE está a analisar a situação não havendo qualquer decisão definitiva.
Quanto à abertura do novo ano escolar, o estabelecimento não avança com uma data definitiva, aguardando uma resposta por parte do Ministério da Educação.

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