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Hortas comunitárias já têm inscrições abertas

Braga

2019-11-22 às 10h27

Redacção Redacção

Fundo Ambiental, através do programa ‘Economia Circular em Freguesias (JUNTAr+), financia projecto da Junta de Freguesia de Gualtar.

A Junta de Freguesia de Gualtar já tem abertas as candidaturas aos talhões das hortas comunitárias. A criação destas hortas comunitárias beneficiou de financiamento do programa ‘Economia Circular em Freguesias (JUNTAr+)’ do Fundo Ambiental e da cedência de terrenos por parte da Câmara Municipal de Braga.

“Queremos alargar o contacto entre vizinhos que, de outra forma, não comunicariam uns com os outros. O termo comunitário tem precisamente a ver com isso, com o sentimento de comunidade. Há pessoas que vivem a um quilómetro de distância e não se encontram. Desta forma, voltamos um bocadinho ao tempo onde havia uma maior interacção e as pessoas se encontravam mais”, referiu o presidente da Junta de Freguesia de Gualtar, João Vieira.
Serão criados 43 talhões, que podem ser divididos em parcelas menores, aos quais podem concorrer todos os gualtarenses interessados. As inscrições podem ser feitas online, através do facebook da junta de freguesia ou directamente nos serviços da junta no horário de expediente, ficando depois os candidatos, sujeitos a um conjunto de regras tendo em vista a harmonia e boa gestão do espaço.

A junta pretende que as hortas sejam sobretudo um espaço aprazível. A organização é, aliás, uma das preocupações da Junta de Gualtar, pelo que o local escolhido para a horta visa garantir as condições apropriadas para o efeito: água, iluminação, zona de compostagem, local para guardar as ferramentas, evitando que as pessoas tenham de andar com elas.
A vertente educativa e a ligação entre as famílias e, sobretudo, a intergeracional também é uma mais-valia deste projecto.
A par do cultivo, as hortas trarão consigo um programa formativo que visa explicar aos proprietários dos talhões como podem tirar o melhor proveito dos mesmos. “Haverá acções de formação e workshops, desde o ensinar a compostagem a dar conhecimento do que se deve plantar ou não. No fundo, as pessoas vão aprender essa parte da economia circular”, concluiu.

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