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Interculturalidade inspira mural ‘Origens’ na Escola Alberto Sampaio
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Interculturalidade inspira mural ‘Origens’ na Escola Alberto Sampaio

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Interculturalidade inspira mural  ‘Origens’ na Escola Alberto Sampaio

As Nossas Escolas

2023-06-23 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Criação do mural artístico ‘Origens’, inaugurado ontem na Escola Alberto Sampaio, envolveu 339 alunos do 12.º ano, durante três meses. Projecto foi desenvolvido pela A Casa ao Lado, no âmbito do programa ATLAS promovido pelo Município de Braga.

Citação

Numa iniciativa que envolveu 339 alunos de 16 turmas do 12.º ano da Escola Secundária Alberto Sampaio (ESAS), foi ontem inaugurado o mural ‘Origens’ resultante do projecto ali desenvolvido, durante os meses de Março, Abril e Maio, pelo Centro Artístico – A Casa ao Lado.
O projecto foi desenvolvido em conjunto com o Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, no âmbito do ATLAS – Programa de Mediação Cultural promovido pelo Município de Braga e alinhado com a Estratégia Cultural de Braga 2020-2030. “Nunca se perde tempo com aquilo que amamos” foi a frase, da autoria do historiador Alberto Sampaio, patrono da escola, que serviu de mote para este projecto de intervenção artística comunitária, cujo resultado embeleza agora uma das paredes da escola.

A mesma frase foi também o mote para a apresentação com que nove alunos alunos do Curso Profissional de Técnico Intérprete Actor/Actriz da ESAS brindaram os convidados para a inauguração do mural, que decorreu ao final da manhã de ontem.
João Andrade, director do Agrupamento Alberto Sampaio, a escola não ganhou apenas mais um mural, porque o mais importante foi “todo o processo que levou à construção do mesmo”.
“A arte quando é colectiva e colaborativa tem esse efeito de conjugar e de nos pôr a pensar”, sublinhou.
Já Joana Brito, da A Casa ao Lado, explicou que o projecto foi desenvolvido tendo subjacente o tema deste agrupamento, que é a interculturalidade e multiculturalidade.

O mural foi construído tendo por base a representação artística das impressões digitais dos alunos. Foi a partir das impressões digitais que foram desenhadas as sementes que, no mural, Alberto Sampaio lança à terra. “São quase como que sementes do conhecimento, que Alberto Sampaio lança à terra e dão origem a uma árvore, que, por sua vez, dá frutos, tal como o conhecimento”, explicou.
Por seu lado, o presidente da Câmara, Ricardo Rio, realçou sublinhou que o ATLAS é especialmente dirigido às comunidades educativas, envolvendo ao todo oito iniciativas, em diferentes agrupamentos de escola, nas mais diversas áreas, da música à dança, cinema, fotografia, pintura e artes visuais, “sempre com a dimensão do desafio à criatividade e à arte urbana”.
Lembrou ainda que o ATLAS é um projecto de mediação cultural, desenvolvido pelo Município no contexto da Estratégia Cultural Braga 2030, e dirigido às comunidades educativas.
O edil destacou que o ATLAS envolve centenas de alunos e professores e que além do processo também há um resultado, um testemunho físico que fica para as gerações vindouras que, no caso da ESAS, podem ver neste mural “o que os colegas aqui criaram”.

Braga é exemplo em trabalhar a arte com a escolas

Suzana Leite, coordenadora Intermunicipal do Plano Nacional das Artes, elogiou ontem o trabalho desenvolvido pelo Município de Braga, em concreto pela Divisão de Cultura, com as escolas. “Braga trabalha com as escolas e não para as escola”, vincou.
“Este é um dia lindo!”, manifestou ainda Suzana Leite, referindo que “o contacto dos artistas com os jovens tem um poder transformador” e que que Braga dá oportunidade aos estabelecimentos de ensino para ter a arte nas escolas.
“O que importa disto tudo é envolver os alunos e o contacto com os artistas, que é uma das medidas do Plano Nacional das Artes que realmente tem um poder transformador”, disse, lembrando que nesse âmbito “Braga já estava a anos-luz, já trabalhava com as escolas, já tinha residências nas escolas” antes do plano nacional.
Este ano foram oito as residências de artistas nas escolas de Braga “e todas pensadas com as escolas, o que é realmente diferenciador”, destacou.
Ricardo Rio agradeceu o elogio a Braga, referindo que “é algo que nos deixa muito orgulhosos”, sobretudo pela “liderança nesta capacidade de intervenção na comunidade” e pela receptividade em cada escola e agrupamento.

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