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Inverteram-se os papéis e o contra-golpe do dragão tramou cónegos ousados
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Inverteram-se os papéis e o contra-golpe do dragão tramou cónegos ousados

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Inverteram-se os papéis e o contra-golpe do dragão tramou cónegos ousados

Desporto

2021-09-20 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Vida difícil para o Moreirense, que ainda não venceu e ontem sofreu uma pesada derrota na visita ao Dragão. Penálti quebrou a resistência e, depois, o ‘veneno’ que os cónegos tinham guardado para aplicar ao dragão, virou-se contra os próprios.

Este Moreirense, por norma, como bem referiu João Henriques no lançamento da partida contra o FC Porto, costuma causar bastantes problemas aos ‘grandes’, mas essa projecção saiu completamente furada no duelo de ontem entre azuis-e-brancos e cónegos.
A ilusão do xadrez verde-e-branco era a de pontuar pela primeira vez na fortaleza portista, tentando juntar a esse cenário a conquista do primeiro triunfo no presente campeonato. Tudo ao lado.
O primeiro golo dos portistas ainda tardou, o que foi alimentando a esperança do conjunto orientado por João Henriques, que ia causando alguns problemas essencialmente pelo lado esquerdo, com as incursões de Abdu Conté e respectivos cruzamentos a lançarem um mini-pânico no último reduto portista.

Ainda assim, seria o lateral-contrário, Paulinho, a dar o impulso necessário ao Porto, cometendo penálti sobre Taremi, que o próprio converteu. Estávamos a dez minutos do intervalo e, se na segunda parte a expectativa era a de continuar a acreditar num bom resultado, aproveitando a velocidade do contra-golpe para causar estragos, a verdade é que os portistas fizeram dessa estratégia o caminho para a confirmação do triunfo. Em dois lances de lançamento lateral ofensivo do Moreirense, em que os centrais subiram à area contrária, o dragão recuperou rápido, lançou contra-ataques mortíferos e Luis Díaz, com um bis, arrumou a questão - Taremi e Pepê fecharam a goleada.
O Moreirense é, agora, a defesa mais batida da Liga. Pressão começa a aumentar...

João Henriques :“Tínhamos um plano para chegar ao golo na segunda parte mas errámos muito”

“A primeira parte decorreu, dento do que prevíamos, com algumas boas transições e oportunidades para chegar ao golo. Tivemos algumas situações e o FC Porto com dificuldades em chegar à zona de finalização. Depois surgiu a grande penalidade, mas mantivemo-nos no jogo até ao intervalo. Depois surge um erro que deita tudo a perder. Tínhamos um plano bem estruturado para entrar na segunda parte e conseguir chegar ao golo, mas os erros na segunda parte foram demais. Sofremos golos em transições, uma das coisas que trabalhámos muito durante a semana. Isto pesa muito. A defrontar uma equipa com uma eficácia tremenda, que em sete remates fez cinco golos, é mais difícil. Quando cometemos erros eles ficam mais evidentes porque dão em golo. Não podemos cometer tantos erros. Precisamos de manter o equilíbrio emocional quando as coisas não correm como queremos. As substituições foram para manter a equipa no jogo.”

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