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Ensino

2022-10-03 às 08h03

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Investigadora da UMinho foi distinguida com bolsa da Fundação la Caixa. Cristina Cunha vai receber 500 mil euros até 2025 para perceber como o fungo Aspergillus pode atacar doentes com imunidade reduzida

Citação

Cristina Cunha ganhou uma bolsa da Fundação la Caixa no valor de meio milhão de euros. Até 2025, a investigadora da Universidade do Minho vai investigar como é que o fungo Aspergillus pode atacar doentes com imunidade reduzida.
Investigadora do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da Escola de Medicina, Cristina Cunha foi premiada no Concurso CaixaResearch de Investigação em Saúde 2022, da Fundação la Caixa.
Em comunicado, a UMinho explica que a investigadora vai dedicar os próximos três anos a compreender como o fungo Aspergillus pode atacar doentes com imunidade reduzida e causar doença pulmonar severa associada com taxas de mortalidade elevadas.

“Os resultados do trabalho vão ajudar na prevenção, no diagnóstico e no tratamento desta grave complicação e no prognóstico dos doentes”, explica.
A mesma fonte, descreve que “o fungo Aspergillus transmite-se pelo ar, mas para a maioria das pessoas saudáveis, não traz problemas. No entanto, quem tem o sistema imunitário sensível – porque recebeu transplante, tem um tumor, está em terapia intensiva ou tem Covid-19 – pode desenvolver aspergilose pulmonar invasiva, que sem tratamento rápido pode ser fatal”. A cada ano, globalmente há 30 milhões de pessoas em risco de desenvolver essa infecção e 300 mil novos casos diagnosticados. Apesar dos recentes avanços, o diagnóstico e o tratamento desta infecção “são um sério desafio médico”.

A investigadora vai estudar ainda como é que só certas pessoas têm aspergilose, nomeadamente as de imunidade reduzida. Vai “assim estudar factores específicos que alteram o equilíbrio da comunidade de microrganismos que habita os pul- mões desses doentes e pormenorizar como o fungo ataca”.
“As infecções fúngicas oportunistas são um problema crescente e com taxas de mortalidade associadas superiores a 30%, logo torna-se muito relevante estudar esta área na tentativa de identificar alternativas terapêuticas”, realça a cientista.

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