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Cientistas da Universidade do Minho descobriram que a falta da enzima ‘Fosfolipase D1’ pode explicar o aparecimento de doenças neurodegenerativas.
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Cientistas da Universidade do Minho descobriram que a falta da enzima ‘Fosfolipase D1’ pode explicar o aparecimento de doenças neurodegenerativas.

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Cientistas da Universidade do Minho descobriram que a falta da enzima ‘Fosfolipase D1’ pode explicar o aparecimento de doenças neurodegenerativas.

Braga

2020-03-28 às 13h00

Redacção Redacção

O estudo implicou a realização de experiências com ratos. “ O hipocampo em ratinhos na parte dorsal é importante para a memória espacial e o hipocampo ventral está mais associado aos comportamentos emocionais. No entanto, hoje também sabemos que o espaço é representado num gradiente ao longo de todo o hipocampo e estamos ainda a descobrir novas funções para estas sub-regiões”, considerou Tiago Gil Oliveira.

Dois investigadores do ICVS (Instituto de Ciências da Vida e Saúde) e da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), Luísa Santa-Marinha e Tiago Gil Oliveira, descubriram que a falta de uma enzima no corpo humano (a fosfolipase D1) cria défices de sociabilidade. Uma descoberta que pode contribuir para o estudo de doenças como o autismo, ou a Alzheimer. Os resultados foram publicados na revista ‘Cell Reports’, uma das mais conceituadas publicações sobre ciências da vida e saúde.
“Uma das grandes questões que estudamos implica perceber como é que as memórias se formam no nosso cérebro e como é que nós aprendemos novos factos e nos lembramos dos diferentes lugares onde estamos. E uma das regiões importantes para estas funções é o hipocampo”, afirmou Tiago Gil Oliveira, também docente na Escola de Medicina da Universidade do Minho e médico neurorradiologista no Hospital de Braga.
O estudo implicou a realização de experiências com ratos. “ O hipocampo em ratinhos na parte dorsal é importante para a memória espacial e o hipocampo ventral está mais associado aos comportamentos emocionais. No entanto, hoje também sabemos que o espaço é representado num gradiente ao longo de todo o hipocampo e estamos ainda a descobrir novas funções para estas sub-regiões”, considerou Tiago Gil Oliveira.
O investigador explicou que Quando retiramos a enzima, eles ficam mais semelhantes entre si. É como se esta enzima fosse importante para dar uma especialização regional às sub-regiões do hipocampo. Vimos ainda que a redução da fosfolipase D1 tem um impacto ao nível da plasticidade sináptica dos neurónios, principalmente no hipocampo dorsal”. O trabalho dos investigadores da UMinho contou com a colaboração da Columbia University (Nova Iorque, Estados Unidos da América) e da National University of Singapore (Singapura).

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