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Desporto

2024-03-03 às 10h14

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Ambição é a palavra de ordem na projecção da nova temporada para a equipa bracarense, que já superou as raízes locais e vai-se evidenciando no plano nacional. Em competição, na montanha e velocidade, vai estar o clã Correia e ainda Carlos Gonçalves.

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Os motores da JC Group Racing Team já aquecem para a nova temporada, para a qual “as expectativas são sempre as mesmas”, reconhece José Correia, campeão em 2020 e vice nos três anos seguintes, procurando em 2024 recuperar o título, lançando o desafio, em todas as competições, de “tentar lutar sempre pelos primeiros lugares do pódio”.
“Preparação? Está a correr bem. Os carros estão a ficar prontos. Íamos mandar o meu carro para França para fazer uma revisão geral, mas o mecânico do motor esteve a fazer apoio ao Dakar e não foi possível. Só vamos conseguir fazer nas férias e, portanto, tentaremos que o carro se porte bem até lá”, disse, ao Correio do Minho, José Correia, que vai pilotar um Norma Barchetta, partilhando depois um Seat Leon com a filha Beatriz, o elemento mais recente na equipa, que se estreou no ano passado.

“A época correu bem, experimentei duas provas, fiz duas de velocidade e duas de rampas. Espero que este ano corra melhor e que tenha tendência para evoluir. Afirmação este ano? Vou tentar. Em princípio vai ser a minha estreia a nível de rampas de montanha, por isso vou fazer a época total em montanha. Então, vamos ver como vai correr”, apontou a jovem Beatriz Correia, que prefere esperar pelo arranque das provas para definir objectivos.
Já com um percurso consolidado está Gabriela Correia, que vai participar em dois campeonatos, circuitos e montanha.
“Como é obvio, vou para ganhar em ambos, que é sempre o que um piloto pensa. Na montanha vai ser muito difícil, a concorrência está muito forte e, pelo que soube, vou ter muitos mais pilotos a competir contra mim”, sublinhou Gabriela Correia, acrescentando: “Continuo com o carro mais fraco da categoria, por isso não vai ser nada fácil [risos], mas isso não me desmotiva porque também já tenho alguma experiência com o carro e estou cem por cento confiante com ele”, garantiu. “Nos circuitos estou a pensar evoluir, porque sei que não tenho grande experiência a esse nível. No entanto, penso que a ambição me vai ajudar bastante”, apontou ainda.

Já Carlos Gonçalves espera uma performance de continuidade em relação a 2023.
“As expectativas são sempre poder chegar ao final da época e ficar em primeiro. Agora, consoante as corridas podemos ter dissabores ou não. Mas se correr como na época anterior chegaremos lá com todo o proveito”, perspectivou Carlos Gonçalves, que teve uma última época “muito boa” na categoria Turismos 1.

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