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Kieszek tapou colagem à Champions

Desporto

2021-04-18 às 06h00

Miguel Machado Miguel Machado

Nulo em Vila do Conde castigou desperdício dos Guerreiros na 27.ª jornada do campeonato. Guarda-redes do Rio Ave foi o melhor em campo. SC Braga não conseguiu aproveitar deslize do Benfica para encostar ao terceiro lugar na luta pela Champions.

oi um empate com sabor a derrota para o SC Braga. A equipa de Carlos Carvalhal criou mais e as melhores oportunidades, porém esteve perdulária na hora de atirar à baliza adversária onde o guardião do Rio Ave fez uma boa exibição terminando como o melhor em campo nesta partida da 27.ª jornada da I Liga. O SC?Braga somou, assim, apenas um ponto após a derrota do Benfica (com o Gil Vicente) quando podia ter “colado” às águias no terceiro lugar na luta pelo acesso à Liga dos Campeões.

Com bola-extra face ao resultado na Luz, os Guerreiros tiveram uma entrada forte em Vila do Conde mas não conseguiu marcar cedo e aos poucos os vilacondenses conseguiram equilibrar a partida. Ainda assim, a primeira oportunidade de golo foi do SC Braga, num remate ao poste de Fransérgio aos 23 minutos, após assistência de Ricardo Horta, num lance onde o guarda-redes Kieszek fez também uma grande defesa a desviar a bola. Aos 27 minutos, o médio Fransérgio caiu na área do Rio Ave, os bracarenses pediram penálti mas nem o árbitro nem o VAR consideraram.

Com os vilacondenses também perigosos nas transições, o futebol de maior qualidade do SC Braga proporcionava sempre os melhores lances, só pecando na finalização. Prova disso foi o lance aos 39 minutos. Ataque conduzido por Abel Ruiz a servir Galeno na área, que atirou para defesa de Kieszek, na recarga o avançado espanhol rematou contra um adversário, a bola sobrou ainda para R. Horta que atirou para mais uma grande defesa do antigo guarda-redes dos bracarenses. Basicamente, três oportunidades de golo desperdiçadas no mesmo lance.
Antes do intervalo, o Rio Ave também teve boa ocasião para marcar por Francisco Geraldes, na recarga a defesa de Matheus após remate de Gelson Dala.

O jogo estava animado com a brisa do mar, só faltavam os golos e o filme repetiu-se na segunda parte. Os Guerreiros voltaram a entrar bem, a assumir as completamente as despesas, naturalmente expostos por isso ao contra-ataque do Rio Ave.
Numa tentativa de injectar maior inspiração à equipa, Carvalhal mexeu no onze, arriscou tudo no ataque a 20 minutos do fim, com as entradas de Gaitan, Sporar e Piazon. A equipa bracarense ficou mais intensa e aos 79 minutos criou mossa no Rio Ave, que ficou a jogar com dez jogadores por expulsão de Gelson Dala, após entrada dura sobre Zé Carlos. O árbitro Nuno Almeida só mostrou amarelo, mas foi obrigado a reticar a decisão por indicação do VAR.
A partir daqui só deu SC Braga no jogo, mas a formação do Rio Ave (com menos um) não quis grandes cantigas e tentou por todas as formas ‘congelar’ o jogo para segurar o resultado. Nos descontos, o jovem lateral direito Zé Carlos também aventu-rou-se mas o tiro saiu ao lado, e o duelo terminou mesmo com desilusão na equipa minhota.

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