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Lamaçães ganha pequeno ‘pulmão’ urbano com árvores de fruto

Braga

2020-11-21 às 06h30

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

São 60 árvores que vão nascer num terreno urbano, em Lamaçães, e que vão cumprir a função de mais um ‘pequeno pulmão’ na cidade. Uma iniciativa simbólica que marca o arranque do programa Florestar Braga 2020.

São 60 árvores que vão nascer num terreno urbano, em Lamaçães e que vão cumprir a função de mais um ‘pequeno pulmão’ na cidade.
A iniciativa é do Município de Braga em colaboração com a União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães.
“Temos vindo ao longo do tempo a identificar locais onde podemos fazer aquilo a que chamamos de pequenos pulmões e que, de alguma forma, criam um espaço arbóreo que permita criar melhores condições, quer da qualidade do ar, quer em termos de ruído e de usufruto das populações”, disse ontem aos jornalistas o vereador do Ambiente, Altino Bessa, durante a acção simbólica de plantação de árvores, na rua Maria Ondina Braga, em Lamaçães, que contou também com Goreti Machado, um aluno e um representante da Associação de Pais da Escola de Lamaçães.
Altino Bessa dá nota que “foram plantadas árvores com algum porte e árvores de fruto como laranjeiras, tangerineiras, macieiras que, no futuro, poderão ser utilizadas pela comunidade”.
Goreti Machado, presidente da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, recebeu de “braços abertos a intenção do município criar mais um pulmão verde”, realçando “a importância de um parque desta natureza, tendo em conta o número significativo de habitantes desta zona, em particular de muitas crianças. Este parque merece todo o nosso carinho e empenho para criarmos uma zona verde”.
O vereador do Ambiente anunciou “a plantação de cerca de 250 árvores”, no âmbito do programa Florestar Braga, “para além de 130 árvores que já foram plantadas e só nas Zonas 30 a expectativa é que possamos plantar mais de 300 árvores. No Picoto, vamos plantar 50 medronheiros e mais de 100 árvores naquele espaço”, contrariando a ideia de que “se cortam árvores e não repomos”.
Segundo Altino Bessa, “as plantações de árvores que temos feito são, substancialmente, maiores do que alguns abates que possam ser feitos que na maior parte das vezes se prendem com razões fitossanitárias”, dando como exemplo “que só neste espaço criado hoje em Lamaçães, temos mais árvores plantadas que, provavelmente, do que as árvores abatidas nos últimos dois ou três”.
O vereador reconhece que a maior dificuldade sentida pela câmara “é a falta de terrenos de espaço público disponíveis para plantar árvores. Quando podemos plantamos, como foi o caso da ciclovia onde foram plantadas cerca de 176 árvores”.
De referir que, tendo em conta o actual contexto pandémico, esta é uma iniciativa simbólica que marca o arranque do Programa Florestar Braga 2020.

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