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Mar de gente assistiu à tradicional procissão dos pescadores
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Mar de gente assistiu à tradicional procissão dos pescadores

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Mar de gente assistiu à tradicional  procissão dos pescadores

Alto Minho

2019-08-21 às 12h00

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

Bispo de Viana do Castelo atribuiu a ameaça de boicote dos pescadores à Procissão ao Mar como uma “graça” concedida pela Nossa Senhora da Agonia de modo a que os direitos fossem reconhecidos.

“Sinto-me um privilegiado de poder transportar a imagem de Nossa Senhora da Agonia. Todos têm gosto de levar a Senhora da Agonia” contou ontem ao ‘Correio do Minho’ Carlos Gonçalves, mestre e dono da embarcação ‘Santa Luzia no Monte’.
Carlos Gonçalves conta que para chegar a este ‘patamar’ de levar a imagem de Nossa Senhora da Agonia “é preciso começar nos andores de baixo, ou seja, levar os outros quatro (Nossa Senhora dos Mares, Nossa Senhora de Monserrate, S. Pedro e Beato Bartolomeu dos Mártires) para chegar ao andor principal de Nossa Senhora da Agonia”.
Carlos Gonçalves lamenta a falta de barcos e de pescadores que, segundo o mestre, “tende a acabar” e, por isso, “há cada vez mais oportunidades de levar a Senhora da Agonia na Procissão ao Mar”. O mestre acrescenta que “muita gente não quer levar porque dá trabalho e despesa”.
A Procissão ao Mar é um dos momentos altos e mais aguardados das Festas de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo, que ontem voltou a atrair um ‘autêntico mar de gente’ que não quis perder este espectáculo visual da saída das embarcações na tradicional procissão dos pescadores que representa um momento de fé e devoção dos homens do mar à Nossa Senhora da Agonia.
Como é tradição, o retorno ao Santuário foi feito pelas ruas da Ribeira engalanadas e coloridas com os tapetes de sal, atraindo milhares de pessoas para ver passar os andores por cima dos tapetes de sal.
A procissão ao rio e ao mar em honra da Senhora d’Agonia cumpre-se sempre a 20 de Agosto, desde 1968, contando com pescadores de dezenas de embarcações.
Já o culto à padroeira dos pescadores tem a sua primeira referência escrita em 1744.

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