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Marcelo Rebelo de Sousa: “A pandemia é a minha e a nossa primeira missão”
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Marcelo Rebelo de Sousa: “A pandemia é a minha e a nossa primeira missão”

Nacional

2021-01-25 às 06h00

Rui Miguel Graça Rui Miguel Graça

Marcelo Rebelo de Sousa assume que esta vitória não é um cheque em branco. O Presidente da República mostrou-se honrado com a confiança depositada, mas centrou o discurso na pandemia.

Às 21 horas, Marcelo Rebelo de Sousa, ainda cauteloso quanto à expressão da sua vitória eleitoral, agradeceu aos portugueses terem ido votar “com este tempo e a pandemia” e recusou desilusão por não alcançar a fasquia dos 70% dos votos alcançada por Mário Soares nas eleitorais presidenciais de 1991, já que o ex-Presidente e ex-Primeiro Ministro “é irrepetível na democracia portuguesa”.
Reeleito, avisou igualmente que o discurso aos portugueses ia acontecer de forma tardia, devido ao facto de os restantes candidatos terem atrasado os seus próprios discursos.

O Presidente da República só falou aos portugueses quando faltavam para catorze minutos para a meia-noite. Marcelo Rebelo de Sousa começou por falar centrou o discurso na pandemia e “o seu primeiro e emocionado pensamento” ia para as vítimas e as famílias”. “Com crise económica e social, numa Europa e num Mundo de novo a tender a fechar fronteiras, para os portugueses, todos sem excepção, uma palavra de gratidão.

“A eleição proporcionou inequívocas respostas acerca do nosso futuro directo. A primeira foi feita quanta à renovação do presidente em funções ou a substituição por outro candidato. Os portugueses responderam renovando a confiança no actual Presidente da República por mais cinco anos. Sinto-me profundamente honrado por essa confiança em condições bem mais difíceis daquelas que existiam em 2016”, destacou Marcelo Rebelo de Sousa.
Asseverou que “isto não é um cheque em branco” e que “é preciso ter a noção que os portugueses, ao reforçarem o seu voto, querem mais e melhor em proximidade, em convergência, em exigência, em construção de pontes, e, de modo mais urgente, em gestão da pandemia”.

“Os portugueses não querem uma pandemia. Um empobrecimento, um sistema político lento a perceber a mudança, uma radicalização e um extremismo nas pessoas e na vida política. Querem uma pandemia dominada o mais rápido possível, uma perspectiva de futuro diferente”, disse ainda.
Marcelo Rebelo de Sousa disse que o drama ainda não desapareceu e que é o mais urgente e a sua primeira missão.

Marcelo Rebelo de Sousa, 72 anos de idade, católico assumido, reeleito Presidente da República, liderou o PSD e ganhou notoriedade no comentário televisivo e no ensino de Direito. Liderou o PSD entre 1996 e 1999. A 9 de Março de 2016, assumiu a chefia do Estado, cargo que vai assumir por mais cinco anos. Marcelo tem vincado a sua ligação a Celorico de Basto, terra natal da avó paterna Joaquina, onde foi presidente da Assembleia Municipal, dois mandatos, de 1997 a 2005.
Nas eleições presidenciais de 2016 obteve 2411925 votos, isto é 52% do universo eleitoral. Em segundo lugar ficou Sampaio da Nóvoa e terceiro Marisa Matias.

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