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‘Memórias do Tempo’ no renovado Museu do Traje

Alto Minho

2020-10-29 às 06h30

Redacção Redacção

Exposição ‘Trajar – Memórias no Tempo’ apresenta A história de dois séculos dos trajes típicos de Viana do Castelo

O Museu do Traje de Viana do Castelo apresenta uma nova imagem, tendo inaugurado a exposição permanente ‘Trajar – Memórias no Tempo’, que percorre a história de 200 anos dos trajes típicos do concelho.
Foi renovado todo o espaço expositivo permanente, que apresenta agora uma imagem museológica mais informativa, grafica- mente enriquecida e legendada em bilingue.
A nova exposição permanente apresenta uma cronologia dos trajes típicos do concelho, desde o século XIX até ao século XXI, e inclui uma instalação artística que corresponde a um tear manual a ligar os piso 0 e 1.
Nesta nova exposição está presente a história do Museu do Traje, sendo igualmente apresentado o traje à vianesa através da descrição minuciosa, em português e inglês, das peças que o constituem.
O Museu do Traje integra a Rede Portuguesa de Museus desde 2004 e localiza-se no centro histórico da cidade, na Praça da República, estando instalado num edifício construído entre 1954 e 1958, com características arquitetónicas do Estado Novo , onde funcionou até 1996 a delegação nesta cidade do Banco de Portugal.
A criação de um Museu dedicado à etnografia vianense - e muito particularmente ao Traje – foi, desde muito cedo, uma aspiração dos vianenses e por ele lutaram nomes como Cláudio Basto, Abel Viana, Afonso do Paço, Manuel Couto Viana, Amadeu Costa, Benjamim Pereira, entre outros.
Criado em 1997, o espaço assume a missão de estudar e divulgar a identidade e o património etnográfico vianense através do seu expoente máximo: o Traje à Vianesa.
O Museu iniciou em 2002 o processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus, tendo sido certificado em 2004, o que lhe confere responsabilidades no estudo, conservação e divulgação dos bens culturais.
Em 2004, o Museu apresentou a sua primeira exposição permanente, intitulada ‘A Lã e o Linho no traje do Alto Minho’, comissariada por Benjamim Pereira.

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