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Mesquita Machado sossega bracarenses
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Mesquita Machado sossega bracarenses

CIM Alto Minho promove ação de capacitação para elementos de comando das corporações de bombeiros

Braga

2010-03-12 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Mesquita Machado garante que os Bombeiros Sapadores estão devidamente equipados e que os bracarenses se podem sentir seguros. A oposição tem uma opinião totalmente oposta.

O presidente da câmara, Mesquita Machado, garante que os Bombeiros Sapadores de Braga “estão devidamente equipados” e classifica como “uma infeliz coincidência” o facto das duas auto-escados da corporação estarem fora de serviço no dia em que deflagrou o incêndio no hotel de luxo que está a ser construído nas imediações da Universidade do Minho.

“Somos a única corporação que tem duas auto-escadas”, frisou ontem o presidente da autarquia, na habitual conferência de imprensa após a reunião de câmara.
“O que aconteceu foi uma infeliz coincidência: no dia do incêndio no hotel estavam as duas auto-escadas fora de serviço”, admitiu, argumentando que a auto-escada ‘Magirus’ está há alguns meses na oficina a ser reparada, depois de um capotamento “e a outra estava na oficina a mudar um pisca para ir à inspecção”.

Esta última já está operacional, mas a ‘Magirus’ ainda deverá levar uns dois meses a estar operacional.
O arranjo desta auto-escada, que teve de ser feito por uma empresa certificada para o efeito, tem um custo na ordem dos 140 mil euros.
Sobre o facto de terem sido auto-escadas de corporações de concelhos vizinhos a combater as chamas no hotel, Mesquita Machado diz que “assim é que deve ser, é o chamado trabalho em rede”.

Se o presidente sossega os bracarenses, garantindo que em termos de socorro e protecção civil Braga está bem servida, já os vereadores da coligação ‘Juntos por Braga’ têm uma opinião muito diferente.
Para Ricardo Rio, líder da oposição, os bracarenses não se podem sentir seguros sabendo que no concelho não há os meios necessários operacionais para fazer face a uma eventual ocorrência.

“Nestas matérias não pode haver experimentalismos e não nos podemos escudar constantemente na lógica da solidariedade dos concelhos vizinhos”, afirmou Ricardo Rio, que aproveita o tema para questionar as prioridades determinadas pela maioria socialista — “Se pensarmos que estão a ser construídos campos de futebol sintéticos em cerca de trinta freguesias e que o custo de um desses recintos dava para comprar uma auto-escada... vemos bem quais são as prioridades desta câmara”. “Neste momento, Braga não garante aos seus cidadãos segurança em termos de protecção civil”, sublinhou o líder da coligação ‘Juntos por Braga’.

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