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Miguel Ângelo e Rui Massena no Theatro Circo em Setembro
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Miguel Ângelo  e Rui Massena no Theatro Circo em Setembro

Braga

2020-08-14 às 10h14

Redacção Redacção

Mês recheado de boa música onde se incluem também as actuações Moullinex (12),?David Bruno (18) e Medeiros/Lucas (19).

O cartaz musical do?Theatro Circo promete uma chuva de estrelas para o mês de Setembro, trazendo à maior sala de espe- ctáculos da cidade nomes sonantes do panorama musical nacional.
O primeiro a pisar o palco é Miguel Ângelo, ex-vocalista dos Delfins, que vai apresentar ao vivo ‘Nova’, um disco gravado em colaboração com nomes da nova pop portuguesa: D’Alva, Surma, Chinaskee e Filipe Sambado, com este dois últimos a par-tilhar o palco com o músico em Braga já no próximo dia 5 de Setembro.
A assinalar 35 anos de carreira, o músico achou que seria “uma boa oportunidade” ir ter com “nomes da nova pop portuguesa e sem preconceitos entregar-lhes o trabalho e eles, também sem preconceitos, fazerem o seu trabalho e levarem estas canções mais longe”.

A 12 de Setembro chega ‘Rough Mix’ by Moullinex, o dj e produtor que vai trazer para palco temas novos e novos arranjos para temas antigos. Esta exploração será em aberto com a banda e uma convidada muito especial: Selma Uamusse.
Segue-se, a 18 de Setembro, David Bruno que depois dos álbuns ‘O Último Tango em Mafamude’ (2018) e ‘Miramar Confidencial’ (2019), fez um desvio na temática ‘Vila Nova de Gaia’ (a sua cidade natal e musa inspiradora das narrativas dos dois primeiros álbuns) e está de volta com ‘Raiashopping’, um disco onde dá um passo atrás na sua árvore genealógica. Um álbum inspirado em histórias pessoais vividas num Portugal profundo, selvagem e (infelizmente) desertificado que nos leva numa viagem por terras raianas da Beira Alta e Trás-os-Montes.

No dia seguinte, dia 19, pode assistir ao espectáculo de Medeiros/Lucas, dois marinheiros à deriva com uma geração de diferença entre si. Medeiros canta estórias com o sal do mar açoriano na voz. Lucas traz a irreverência em forma de guitarras ásperas e ambientes electrónicos. Canções que se ancoram na palavra escrita. A música tradicional na sua matriz que ganha asas e espraia-se entre os territórios do jazz, da electrónica e o do rock.
A fechar o mês, Rui Massena, no dia 26, quer “ouvir como o silêncio mudou, como se alterou a visão da minha própria música, como a minha alma mudou. Quanto tempo tem agora cada música, cada gesto, cada reacção, cada aplauso. Senti-lo. Percebê-lo e deixar-me ir”.
Em Novembro de 2014, ainda sem disco gravado, Rui Massena fez o seu primeiro concerto a solo na Casa da Música. Cinco anos e três álbuns depois, confessa que precisa de voltar a escutar as suas canções ao piano.

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