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Mini-Hondas ‘invadem’ festas sanjoaninas

Braga

2019-06-16 às 12h28

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

A já tradicional Concentração de Mini-Hondas que todos os anos se realiza durante as Festas de São João de Braga voltou a realizar-se mais uma vez, ontem à tarde, às portas do Estádio 1.º de Maio.

Mais de 70 Mini-Hondas vindas dos quatro cantos do país concentraram-se, ontem, em Braga, para animar em grande estilo as festividades sanjoaninas que se vivem na cidade.
Desde 2003 que este encontro de Mini-Hondas nasceu em Braga, tendo passado a integrar a programação das Festas de São João e assumindo-se, hoje, como “o maior e mais expressivo movimento de mini-Hondas do país”, garante a organização do evento, liderada por Luís Barreiro, que recordou que esta paixão pelas Mini-Hondas veio de África, sua terra natal. “Na África havia muitas Mini-Hondas, quase toda a gente tinha e eu como tinha muitas, comecei a juntar amigos e o gosto acabou por passar para muitas outras pessoas aqui de Braga além dos africanos, até progredirmos para este evento que é actualmente mais um atractivo das Festas de São João”, referiu ao Correio do Minho.

Depois da Honda ter recomeçado a produzir Mimi-Hondas retro houve logo aceitação, garante Luís Barreiro. “Em Braga há já 30 Mini-Hondas, sendo o local onde se vende mais Mini-Hondas das novas em Portugal - um facto que surpreendeu o próprio presidente da Honda”, frisou. “Esta é uma mota pequena, engraçada, divertida e convida à diversão”.
Angelino Marques veio propositadamente de Angola para participar neste encontro de Mini-Hondas, depois de ter vivido longos anos em Portugal e ter regresado nos últimos a Luanda. “Tinha que vir a Portugal e quando soube que ia haver esta concentração de Mini-Hondas juntei o útil ao agradável e cá estou eu”, atirou, entusiasmado por viver as festas sanjoaninas. “A minha primeira mota foi comprada em 1971, em Angola, rodei com ela lá muito tempo e em 1975 quando vim para Portugal trouxe-a comigo - e foi praticamente a minha mala”, contou.

Pedro Silva veio de Lisboa directamente para esta concentração. “Já há 15 anos estive numa concentração em Braga. Eu comei por ter uma Honda 50 e apaixonei-me completamente por esta mota e acabei comigo e com cinco Mini-Hondas na garagem”, contou, destacando a organização do evento e a “hospitalidade” e “gastronomia fantástica” do Minho. “É uma febre, e estou espantado com a quantidade de motas que estou a ver em Braga”.
Aos 73 anos, António Tiago diz está mais do que apto para conduzir a mais ‘velhinha’ das motas presentes na concentração de Mini-Hondas. “Depois de ter visto passar uma concentração em 2009, lembrei-me que também tinha uma mota, recuperei-a e desde então não falho e estou sempre neste encontro”.

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