Correio do Minho

Braga, terça-feira

- +
‘Mão Morta’ musicam filme mudo no GNRation
A tradição da Galiza encontra-se com a eletrónica no CIAJG

‘Mão Morta’ musicam filme mudo no GNRation

Teatro Diogo Bernardes começa Outubro com peças, música e fados de Coimbra

‘Mão Morta’ musicam filme mudo no GNRation

Braga

2020-01-17 às 11h38

Redacção Redacção

A banda ‘Mão Morta Redux’ musica, hoje, às 22.30 horas, o filme ‘A Casa na Praça Trubnaia’’ - uma obra-prima do cineasta soviético Boris Barnet.

Os ‘Mão Morta Redux’, versão reduzida do grupo bracarense, musicam, hoje, um filme clássico do cinema mudo soviético. A iniciativa cultural vai ter lugar às 22.30 horas no espaço GNRation.
‘Mão Morta Redux: A Casa na Praça Trubnaia, de Boris Barnet’ é o primeiro espectáculo do programa do GNRation para o primeiro trimestre do ano. A entrada custa nove euros.
A partir de uma encomenda para a 4.ª edição do Festival de Cinema Close-Up, os Mão Morta criaram uma nova banda-sonora para o filme ‘A Casa na Praça Trubnaia’, obra-prima do cineasta soviético Boris Barnet, um outsider do cinema mudo soviético. O filme-concerto é composto e tocado ao vivo por Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael e Miguel Pedro, que se apresentam enquanto Mão Morta Redux, um formato reduzido que marca um regresso ao período em que o grupo era constituído por apenas três elementos.

Em ‘A Casa na Praça Trubnaia’, Boris Barnet conduz-nos por uma sátira à hipocrisia da pequena burguesia, que sobrevivera na URSS à Revolução e que continuava, sorrateiramente, a explorar os necessitados. Através da comédia, o cineasta mostra a história da casa, e dos seus habitantes, para onde Parasha Pitunova (Vera Maretskaya) foi trabalhar como empregada doméstica, acabada de chegar a Moscovo e vinda da província.
Formados em 1984 por Joaquim Pinto, Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta construíram um dos percursos mais sólidos e importantes do rock nacional, tornando-se num grupo de culto e um dos mais respeitados pelo público português. Ao longo de mais de três décadas de existência, editaram 12 álbuns de estúdios e 7 discos gravados ao vivo.
Em 2019, editaram ‘No Fim Era o Frio’, um novo disco que parte da criação de um espetáculo de dança contemporânea e considerado como um dos melhores discos do ano.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho