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Movimento espera que desconto seja início do fim das portagens na A28
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Alto Minho

2020-02-28 às 06h00

Redacção Redacção

‘Naturalmente Não às Portagens na A28’, movimento cívico de Viana do Castelo, diz que medida permite mitigar os custos que os utentes e empresas têm suportado “injustamente”.

Um movimento cívico de Viana do Castelo saudou, ontem, os descontos nas portagens anunciado pelo Governo para sete autoestradas, esperando que “seja o início de um processo contínuo até à reposição da gratuitidade na Autoestrada 28 (A28)”.
Para o movimento ‘Naturalmente Não às Portagens na A28’ os descontos anunciados pelo Governo permitirão “a mitigação dos danos e custos que os utentes, cidadãos anónimos e empresas têm suportado injustamente na A28, por não terem qualquer via alternativa”.

Em comunicado, o movimento cívico sustenta não existir “qualquer alternativa” à autoestrada que liga Viana do Castelo, capital do Alto Minho, à cidade do Porto.
“A Estrada Nacional (EN) 13 não é de todo uma alternativa”, reforça o movimento, adiantando que apesar “de o distrito de Viana do Castelo ser um distrito litoral, apresenta índices de desenvolvimento comparáveis com os de distritos do interior”.

Segundo o movimento ‘Naturalmente Não às Portagens na A28’ a aplicação de portagens naquela antiga via Sem Custos para o Utilizador (SCUT) “tem castigado e prejudicado este território de Viana do Castelo e todo o Alto Minho”.
“Foram inúmeros os problemas e constrangimentos criados com a implementação desta medida, em 2010, e que constituíram um forte entrave à competitividade da região e foram ainda um factor prejudicial para as relações transfronteiriças da mesma”, acrescenta a nota.
O movimento adianta que “continuará a manifestar-se contra esta injustiça e ataque aos cidadãos e empresas deste território de Viana do Castelo e Alto Minho, apelando, assim, que considerem a reavaliação do modelo de portagens para introduzir uma maior justiça e coesão territorial e em particular nesta zona fronteiriça com Espanha”.

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