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Mário Passos exige competências próprias em formação profissional
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Mário Passos exige competências próprias em formação profissional

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Mário Passos exige competências próprias em formação profissional

Vale do Ave

2022-05-13 às 06h00

Rui Serapicos Rui Serapicos

Presidente da Câmara de Famalicão sustenta que medida não terá impactos no orçamento municipal, pois as empresas do concelho estão disponíveis para participar.

Citação

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, reivindicou ontem uma maior descentralização de competências no âmbito da formação profissional.
O autarca, que falava aos jornalistas durante uma visita à feira do emprego, que se encontra patente ao público, com stands de cerca de trinta empresas, na Praça D. Maria II, envolvendo oferta de cerca de 650 empregos, frisou que tal descentralização de competências não iria causar impactos significativos no orçamento municipal, pois também as empresas “estão disponíveis para participar”.

“As escolas de formação profissional estão debaixo da tutela nacional e nós gostávamos que elas fossem libertadas dessa tutela, por via de uma descentralização de competências, também nessa área, por forma a que pudessem atender á especificidades do nosso território, que, como é sabido, tem 5000 empresas no tecido produtivo. Todas elas necessitam de formação diferenciada”, realçou.
Segundo Mário Passos, para o concelho era útil “ter os apoios para a formação generalista, mas também para as qualificações à medida das nossas empresas”.
“Deviam ter autonomia para produzir formação de acordo com as necessidades do território”, sustentou.

O presidente da autarquia lembrou que a Câmara de Famalicão já dedica recursos financeiros e técnicos à educação e à formação profissional, em programas como o Made In, acrescentando também a disponibilização de espaços.
“Estamos a falar de muito dinheiro, que não é dar subsídios; nós próprios fazemos, mas as empresas também participam”, acentuou — acrescentando que, assim, a questão do financiamento “não se coloca”.
“Eu aqui nem reclamo financiamento”, salientou ainda, “eu reclamo financiamento para a formação, como já o fazem, connosco e as empresas que se associem a este processo”, reforçou.
Na ocasião, o edil lembrou que seguir a esta feira de emprego vem a feira da oferta formativa no concelho.

“É muito importante porque se complementam. Também queremos criar condições para que haja cada vez mais formandos, para que possamos dessa forma acudir às necessidades das empresas”, adiantou.
Mário Passos vincou ainda que “tenho participado em encontros com as nossas escolas de formação profissional, que são decisivas para que nós possamos evoluir no que respeita a estarmos qualificados para atender quer à indústria 4.0, quer às necessidades das nossas empresas”.
Portanto, salientou ainda, “tem de haver um upgrade, uma revolução, das nossas escolas de formação profissional”.

Trinta empresas mostram 650 ofertas de emprego

“É a primeira feira de emprego que fazemos em Famalicão, neste formato e neste lugar. Nós queremos que seja uma verdadeira plataforma de interacção entre as empresas e quem procura emprego”, começou por dizer o presidente da Câmara, durante a visita que fez o certame que se encontra patente ao público na Praça D. Maria II.
“Nós queremos que venham não só aqueles que procuram emprego pela primeira vez , mas que vejam também esta feira como oportunidade para mudar de emprego ou para se aproximarem da sua residência: o chamado emprego de proximidade”, acrescentou.

Mário Passos lembrou ainda que “temos aqui cerca de 650 empregos directos, oferecidos por cerca de 30 empresas”.
“São empregos muito diversificados. Tem havido uma procura grande não só de portugueses mas também de estrangeiros. Estamos muito satisfeitos e vamos continuar a desenvolver esta plataforma, por via desta feira, para que também as nossas empresas possam ser apetrechadas dos meios que necessitam para evoluir. Os seus colaboradores são uma peça fundamental para a sua evolução”, adiantou.
Mário Passos revelou ainda que “todas me disseram que a média relativa à massa salarial que se paga em Famalicão é superior”.

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