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Município de Famalicão analisa as consequências da pandemia no sector do comércio local

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Município de Famalicão analisa as consequências da pandemia no sector do comércio local

Vale do Ave

2021-09-17 às 06h00

Redacção Redacção

Autarquia reuniu ontem e debateu sobre compensações para os prejuízos que o sector do comércio local teve com a pandemia. Em discussão esteve também o prazo das actuais obras da área central da cidade, com previsão a apontar para o fim de Outubro.

Realizou-se ontem uma reunião da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, dirigida pelo presidente do município, Paulo Cunha.
Entre os diferentes temas em debate, foram discutidas as consequências que advieram da pandemia no sector do comércio, e foi feito um ponto de situação nas actuais obras em curso da área central do município.
Para o dirigente da autarquia, o comércio que dispõe de esplanada “é o único sector onde já terminou a afectação da pandemia dos trabalhos em curso. Há outros sectores, ligados ao comércio também, cuja a afectação continua”. Assim sendo, Paulo Cunha garante, que “por esse motivo é que ainda não veio da reunião da câmara nenhuma proposta para compensar esse sector”. O presidente da câmara municipal afirma que “o que está em curso pelo serviço do pelouro da economia é uma identificação do grau de afectação das diferentes áreas do comércio e uma identificação do tipo de medidas de compensação que podem ser tomadas”.

No que diz respeito ás obras em curso na área central da cidade, Paulo Cunha está verto de que “logo que as obras estejam concluídas, o executivo municipal há-de ter compensações para o comércio”.
A previsão da autarquia aponta para que as obras estejam concluídas até ao fim do próximo mês
“Até este momento não chegou à câmara municipal nenhum pedido de prorrogação das obras, o que significa que se mantém o prazo inicial”, esclarece o dirigente.
Quanto à intervenção na Unidade de Saúde Familiar do município, o dirigente da autarquia explica que “resulta de um protocolo em conjunto com a ARS Norte. Resulta de uma candidatura a fundos comunitários, com a qual se pretende obter os fundos necessários para esta obra”,termina Paulo Cunha.

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