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Museu do Linho de Marrancos amplia tradições que “devem ser contadas”

Cávado

2020-02-14 às 06h00

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

O Museu do Linho está a sofrer obras de ampliação do espaço para valorizar as tradições e aumentar a capacidade para acolher mais visitantes. A obra deverá pronta daqui a cerca de um ano.

De portas abertas há cerca de sete anos, o Museu do Linho, em Marrancos, Vila Verde, está a sofrer obras de ampliação que deverão estar prontas daqui a um ano.
Com esta obra, esta estrutura dedicada, exclusivamente, ao linho vai crescer cerca de 400 metros quadrados, onde vão nascer novos espaços, aumentando a capacidade para acolher mais visitantes.

“É um aumento para mais do dobro do espaço. Terá, sensivelmente, mais de 4000 metros quadrados de área e comportará espaços onde serão acolhidos novos elementos associados à produção e ao trabalho do linho, em contexto simulado de habitação da época. Terá também um espaço exterior de acolhimento que permitirá fazer eventos como a espadelada de linho”, afirmou António Vilela, presidente da Câmara Municipal de Vila Verde. António Vilela explicou que esta “obra de ampliação surgiu da necessidade de termos muito espólio e de valorizar o espaço já existente. O espaço começou a ficar muito curto para aquilo que é o objectivo do museu e como havia disponibilidade de espólio e de espaço, decidimos avançar”.

Para António Ponte, director Regional de Cultura do Norte, “os museus deixaram de ser depósitos”, passando a ser “espaços sociais e de convívio” com um papel activo na “preservação das tradições e identidades locais”. António Ponte sublinhou que “precisamos que este património fale e interaja com as pessoas”.
A obra de ampliação do museu está orçada em 334 mil euros, contando com a comparticipação em 85% de fundos comunitários. Segundo as contas de António Viela, com o equipamento, o investimento andará nos 400 mil euros.

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