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Natalidade em queda  com menos 705 bebés nascidos em 2020

Braga

2022-01-26 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Em 2021, nasceram no distrito de Braga 5.833 bebés, menos 705 do que em 2020. Apesar da quebra significativa na taxa de natalidade, este é o 4.º distrito com mais nascimentos a seguir a Lisboa, Porto e Setúbal.

Citação

A natalidade está em queda no país e Braga não foge à regra. No distrito, durante o ano de 2021, nasceram 5833 bebés, menos 705 do que em 2020. Na comparação com 2019, são menos 801 nascimentos.
Os números são revelados através do ‘teste do pezinho’ que cobre a quase a totalidade dos nascimentos em Portugal. Os mais recentes dados divulgados pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) mostram que em 2020, no país, foram pela primeira vez rastreados menos de 80 mil bebés.

No ano passado, foram estudados 79.217 recém-nascidos no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), menos 6.239 do que em 2020 (85.456).
Em comunicado, o INSA realça que os dados do PNRN referentes ao ano de 2021 mostram também que o maior número de bebés rastreados se observou nos distritos de Lisboa e do Porto, com 23.494 e 14.736 testes efectuados, respectivamente, seguidos de Setúbal (5.919) e Braga (5.833). Por outro lado, Bragança (513), Portalegre (584) e Guarda (645) foram os distritos com menos recém-nascidos estudados.

O PNRN realiza, desde 1979, testes de rastreio de algumas doenças graves, em todos os recém-nascidos, o chamado ‘teste do pezinho’. O painel das doenças rastreadas é constituído por 26 patologias: hipotiroidismo congénito, fibrose quística e 24 doenças hereditárias do metabolismo, sendo o exame efectuado através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, para permitir diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são difíceis de identificar nas primeiras semanas de vida, e que mais tarde podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma.

O exame deve ser realizado entre o 3.º e o 6.º dia de vida do recém-nascido, porque antes do terceiro dia os valores dos marcadores existentes do sangue do bebé podem não ter valor diagnóstico, e após o 6.º dia alguns marcadores perdem sensibilidade, havendo o risco de atrasar o início do tratamento. Todos os casos positivos são posteriormente encaminhados para a rede de Centros de Tratamento, sediados em instituições hospitalares de referência, contribuindo para a prevenção de doenças e ganhos em saúde.

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