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Nem para um, nem para outro

Desporto

2021-05-10 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Gil Vicente e SC Braga não foram além de um empate a uma bola no dérbi minhoto que animou a 32.ª jornada da I Liga. Uma divisão de pontos que não agradou a ninguém: gilistas ainda lutam pela permanência e guerreiros dizem adeus à Champions.

Um empate que não agradou a ninguém, nem deixou feliz nenhuma das equipas. Com a divisão de pontos no dérbi minhoto, o SC Braga disse adeus em definitivo à Champions e à luta pelo terceiro lugar, fechando as contas certas da quarta posição, com 60 pontos. Já o Gil Vicente - que se vencesse, evitava a descida - tem ainda contas a acertar para a manutenção na I Liga nas últimas duas jornadas do campeonato.
Para a história do jogo fica um SC Braga bem mais personalizado e de volta às origens, num sistema táctico que mostrou novamente uma equipa de vocação ofensiva, eficaz até num primeiro momento, mas a cometer alguns dos pecados recentes, falhando, mais uma vez, no capítulo da finalização, perante um Gil Vicente coeso defensivamente e pragmático.

Carvalhal mudou três jogadores em relação ao último jogo - lançando Al Musrati, Galeno e Abel Ruiz - e apostou numa estratégia de três centrais com Esgaio e Galeno nas alas, táctica que surpreendeu os gilistas tal a quantidade de gente na zona de meio-campo e de ataque, numa postura, claramente, ofensiva, permitindo ao SC Braga criar várias oportunidades de golo e chegar à vantagem cedo no marcador, numa excelente jogada de envolvimento da equipa. Galeno colocou na outra ponta para Esgaio, completamente solto na área, a oferecer a Ricardo Horta, que fuzilou de pé direito Denis. Ao contrário do que se viu nos últimos jogos, os guerreiros mostraram uma eficácia tremenda, marcaram na primeira oportunidade, pressionaram e assumiram o comando da partida.

A pressão foi-se mantendo, Abel Ruiz atirou às malhas laterais e Galeno também tentou a sorte, no entanto, a mira não estava alinhada.
Os gilistas sentiam muitas dificuldades em construir jogo, no entanto, de bola parada acabaram por chegar ao empate. No primeiro pontapé de canto, Claude Gonçalves disparou de primeira para o fundo das redes.
Ainda antes do intervalo, os arsenalistas podiam ter ampliado: Fransérgio, na cara de Denis, rematou ao lado.
No segundo tempo, o ritmo caiu, os gilistas foram travando o ímpeto guerreiro, Galeno - o mais inconformado - nunca conseguiu encontrar o caminho certo, e com as substituições a toada ficou bem mais morna e sem grandes motivos de interesse. Só perto do final, voltou a emoção, uma para cada lado. Sporar, com a baliza escancarada, rematou ao lado e Fujimoto, ao segundo poste, também de baliza aberta, atirou por cima.

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