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No final, no deve e no haver, ficou o sabor de três pontos e um ‘cheirinho’ a goleada
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No final, no deve e no haver, ficou o sabor de três pontos e um ‘cheirinho’ a goleada

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No final, no deve e no haver, ficou o sabor de três pontos e um ‘cheirinho’ a goleada

Desporto

2020-10-18 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Guerreiros somaram o segundo triunfo consecutivo na I Liga, vencendo um Nacional que se remeteu às tarefas defensivas. Duas obras de arte desbravaram caminho rumo à vitória. Mão-cheia de golos desperdiçados e um final com resultado em aberto.

Os mais pragmáticos dirão que, no final de contas, o que importa são os três pontos. E não há como contradizê-los. Ainda assim, é justo reconhecer que o banquete não enfartou a barriga dos adeptos arsenalistas, já que o desenrolar do jogo, pautado por um sem número de golos desperdiçados, pode até deixar dúvidas quanto à diferença que existe entre as duas equipas, que não ficou, de todo, espelhada no resultado final.
Primeiro, a notícia: o Sporting Clube de Braga venceu, ao final da tarde de ontem, o Nacional da Madeira por 2-1. Os golos - perdão, os grandes golos - foram apontados, ainda na primeira parte, por intermédio de Fransérgio e Iuri Medeiros (já lá vamos). Na segunda parte, depois de muito desperdício dos Guerreiros do Minho, já perto dos 90 minutos, o Nacional conseguiu reduzir a contagem, com um golo de Nuno Borges, a fixar o resultado final em 2-1.
Agora, a análise: Carlos Carvalhal seguiu a velha máxima do futebol, que diz que “em equipa que ganha, não se mexe”. Dessa forma, entraram em campo os mesmos onze que haviam iniciado a partida da última jornada, em Tondela, que o SC Braga havia ganho, com categoria, por quatro bolas a zero.
A entrada foi forte e incisiva e, à boleia de um incansável Galeno (foi o melhor em campo e só lhe faltou o golo), os arsenalistas impuseram desde cedo o ritmo que mais lhes convinha. A muralha madeirense demorou cerca de meia hora a quebrar e isso só aconteceu depois de um lance de génior de Fransérgio, que recuperou a bola em zonas adiantadas do meio-terreno alvi-negro e atirou uma bomba, em arco, com o pé esquerdo, que só explodiu no funda da baliza de Daniel Guimarães.
Ainda atordoado desse primeiro soco no estômago, o Nacional levou com novo revés, perto do intervalo, quando Galeno pegou na bola, pela esquerda, e serviu Iuri Medeiros, no coração da área, que aumentou a contagem com um espectacular pontapé de moínho.
Chegados ao descanso, ficava claramente a ideia de que as diferenças entre uma e outra equipa eram realmente grandes e que o avolumar do resultado seria inevitável se o SC Braga não retirasse o pé do acelerador.
Não tirou, de facto, mas entrou numa fase de gestão que, ainda assim, lhe possibilitou múltiplas chances de engordar o ‘score’. Por azar, incapacidade ou falta de pontaria e, num dos raros momentos de passividade defensiva arsenalista, Nuno Borges aproveitou para relançar o resultado para os descontos.

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