Correio do Minho

Braga, quarta-feira

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Não são grandes, são enormes!!!
“Daqui a três meses havemos de trazer outro troféu”

Não são grandes, são enormes!!!

Fins-de-Semana Gastronómicos “Sabores de Vieira”

Não são grandes, são enormes!!!

Desporto

2020-01-26 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

O SC Braga conquistou a segunda Taça da Liga da sua história, depois de vencer o FC Porto com um golo de Ricardo Horta, bem no final da partida, quando o espectro das penalidades já pairava. Se faltavam as conquistas para se ser grande, elas aí estão!

A prenda de anos chegou atrasada, mas isso pouco importa para os Guerreiros do Minho, que ontem puderam voltar a sentir o doce sabor de uma conquista nacional. Sete anos depois, o SC Braga voltou a conquistar a Taça da Liga, novamente frente ao FC Porto, que começa a ser um cliente de boas memórias para os arsenalistas (três vitórias sobre os ‘dragões’ em finais de Taça da Liga [2] e da Taça de Portugal [1] nos últimos anos).
Uma semana depois de uma categórica vitória no Estádio do Dragão, os minhotos voltaram a vergar os azuis-e-brancos, desta feita, em casa, na Pedreira, que ontem recebem uma excelente moldura humana (23.794 espectadores), com apoio ferveroso, do primeiro ao último minuto, às respectivas equipas.

No final, sorriram os adeptos do SC Braga. Perdão, sorriram não. Explodiram com tamanha alegria, proporcionada pelo remate triunfal de Ricardo Horta, no último lance do jogo, como que em resposta ao pensamento geral, que apontava para as grandes penalidades como caminho mais óbvio para a resolução e a abertura do colete de forças em que as duas equipas se tinham enfiado.
Pareceram sempre mais dinâmicos e soltos os jogadores de Rúben Amorim, que lhes ‘disciplinou’ uma forma de jogar que encanta só de ver, razão pela qual o SC Braga está hoje num nível bem superior, não só em termos exibicionais como também naquilo que é o aspecto mental dos jogadores.

A festa poderia ter começado bem cedo, não fosse a trave - que ameaçou provocar pesadelos à legião bracarense, já que antes do golo de Horta Raúl Silva também viu o festejo negado pelo travessão - ter sido amiga dos dragões, evitando o que seria um grande golo de posterior herói da noite.
A muito custo, os dragões lá foram equilibrando a contenda, com o passar dos minutos, tendo inclusive o mérito de provocar muitos erros na construção do SC Braga, fruto de uma presão intensa. Soares também enviou ao ferro a acabar a primeira parte. Mas no fim, ganhou quem não teve medo de arriscar. Os guerreiros foram bravos!

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